MT 251 facilita o acesso para Cuiabá

Poxoréu/Cuiabá, agora via Chapada dos Guimarães

 

Neste sábado, dia 31 de agosto, o governador Blairo Maggi inaugurou oficialmente os 52 Km restantes de asfaltamento da MT 251, ligando  Campo Verde a Chapada dos Guimarães.

 

Partir de agora, ficou mais fácil o percurso entre Poxoréu e Cuiabá, utilizando-se o trajeto MT-130 até o trevo com Primavera do Leste, daí, pela BR-70 até Campo Verde. De Campo Verde, segue pela MT 251 até Chapada dos Guimarães e daí para Cuiabá. Com isso, evita-se a Serra de São Vicente e o tráfego pesado de carretas e caminhões da BR-364 e que até então servia como única via asfaltada interligando o sudeste e sul de Mato Grosso com a capital do Estado.

 

Por outro lado, alertamos aos motoristas para tomar cuidado com a rodovia Cuiabá-Chapada dos Guimarães, posto que possui um traçado antigo, cheio de curvas e penhascos, além da imprudência de alguns nos fins de semanas. 

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:28
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OPINIÃO:Política em Poxoréu

AS COLHERES DE CABO COMPRIDO E A POLÍTICA EM POXORÉU

 

   Maria do Socorro Silva

 

Conta à lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno. 

 

Foram primeiro ao inferno. 

 

Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. 

 

Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas, não permitia que colocassem a sopa na própria boca. 

 

O sofrimento era grande. 

 

Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu. 

 

Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. 

 

A diferença é que todos estavam saciados. 

 

Não havia fome, nem sofrimento. 

 

'Eu não compreendo', disse o homem a Deus, 'por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?'. 

 

Deus sorriu e respondeu: 'Você não percebeu? É por que aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros. 

 

Moral: temos três situações que merecem profunda reflexão: Egoísmo: as pessoas no 'inferno' estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação; Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema; Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida. 

 

Conclusão: dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras. 

O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso. Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.

 

Aproveito esta Lenda, mais parecida uma Fábula, para alertar a população Poxoreense que, caso a candidata Jane ganhe, vivenciaremos, por 4 anos, uma situação similar ao que acontece no “inferno”, conforme acima mencionado, pois esta candidata e seu “digníssimo” esposo se preocupam exclusivamente com suas próprias vidas, sem importar com quem quer que seja. Mesmo que para isso seja preciso passar por cima de todos, ou colocar tudo à sua disposição, isso porque para esse “moço e sua moça”, “os fins justificam os meios”. O ex-prefeito Lindberg se acha tão inteligente e esperto que não aceita opinião dos outros, sempre agiu de acordo com seu “fabuloso alto poder organizacional”.

 

Então caros conterrâneos, fiquem atentos, porque Poxoréu precisa de uma pessoa que tenha conhecimento e preocupação com a situação dos menos favorecidos e que busque meios para ajudá-los; que tenha amor ao próximo e saiba trabalhar em equipe em prol da comunidade, não em benefício próprio; que respeite o bem público e o utilize em benefício de todos, em prol do desenvolvimento da cidade; que apresente propostas condizentes com a situação do município e que satisfaça as necessidades da população; que escute os anseios da sociedade e não que tenha posicionamentos isolados. Temos plena convicção de que Ronan Figueiredo preenche melhor estas características.

 

Não podemos admitir que a candidata Jane Sanches chegue ao poder, pois será uma lástima termos que passar 4 anos em sofrimento, retrocesso e castração, como nas épocas de Lindberg, seu eterno professor, pois “4 anos é muito tempo”, não deixemos a oportunidade de dar o troco a esse casal de “turistas” passar. Sem contar que o novo programa de controle de natalidade da candidata é, literalmente, a castração (o vota ou capa). Antigamente um bom método seria o anticoncepcional, a camisinha, Diu, etc...  Depois dessa, vamos solicitar ao prefeito Tonho uma fábrica de aço para poder produzir cuecas para a proteção dos órgãos sexuais masculinos, porque senão, coitado os poxoreenses...  

 

Maria do Socorro Silva

mariadosocorros457@gmail.com

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 11:07
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VOZ DO LEITOR

 

POLÍTICA: COMENTÁRIOS DOS LEITORES

 

Ah gente!! Não sou tonta, nem idiota, vcs estão querendo levar o debate para um lado que não é o melhor! Ao invés de ficarem se questionando sobre a vida particular da Jane, vcs deveriam estar preocupados em conhecer os planos de governo dos 2 candidatos. Ela é candidata, é favorita e tem todas as chances do mundo de ser a nova prefeita de Poxoréo! Não adianta, este blog não é formador de opinião e sim um palanque virtual do candidato da situação...E QUE SITUAÇÃO MARAVILHOSA HEIN!!! POXORÉO ESTÁ PERFEITA, UMA CIDADE CHEIA DE PROJETOS, COM O CRESCIMENTO E O PROGRESSO EM PLENO VAPOR!!! Calma intelectuais, fiquem calmos...é piada!!!

Maria | Poxoréo |

 

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Isso é o que você pensa Maria. Fique de olho bem aberto, principalmente por Poxoréu ser uma cidade pequena e todo mundo se conhecer. Fique de olho em quem você vai votar, pra depois falar que não sabia

Lindinalva | lindinhalelis@hotmail.com | Poxoréu -MT

 

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Maria, ninguém conhece ninguém. Mas por acaso você sabe pelo menos um "tiquinho" quem é a Jane?

Carlos José | cajo1985@bol.com.br |

 

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Política e religião têm argumentos para todos os gostos. Uns gastam muito porque se prepararam tirando da Administração Pública. Outros também gastam, porém no compromisso de liquidar a obrigação quando assumir o cargo pretendido. Como analisar o mais honesto, digno e justo...? Simples. Basta olharmos o passado de cada um.

Daniel

 

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Não é o grito... mas, a expressão da verdade é que dá vigor ao discurso. Gritar só deixa transparecer o desespero. Entretanto, a fala moderada, meditada, enfim, ponderada, é parte integrante do bom senso e da nitidez cristalina da busca da verdade, para ser transmitida com galhardia. Aspecto que não se vê em nenhum candidato à prefeitura/legislativo, sobretudo nos mais esclarecidos e que poderiam/deveriam contribuir com bons exemplos. Só gritaria e troca de farpas acusativas. Planos concretos de avanço e de desenvolvimento municipal: zero. A juventude tem ido aos comícios saber sobre perspectivas de geração de emprego e instalação do ensino superior no município, mas voltam vazios, por falta de confiabilidade nos candidatos que só gritam e gritam. Os desportistas, estes não têm sentido firmeza na fala dos candidatos, pois "as novas mensagens não são boas e as boas não são novas", são ultrapassadas. É preciso pautar as palavras aos anseios populares, caso contrário a vaca vai pro brejo.

Prof. Luis Carlos Ferreira | allow2006@hotmail.com

 

 

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Maria com luvas de pelica você acariciou os então "intelectuais" dos bastidores desse Blog, fico pensando o quanto é em vão eles tentarem denegrir a imagem da Jane atacando o Ex-Prefeito Lindberg, gostaria de deixar bem claro o meu pensamento e de milhares de pessoa que votam nela....quem é candidata é a Jane e não o Lindberg, portanto ataquem ela e não ele, porque na realidade é como dizer por aí, ela está igual pão....quanto mais bate, mais ela cresce, opaaaa já ia me esquecendo ninguém tem nada a falar da Jane, pois como vocês mesmo dizer que apesar de "forasteira" ela tem serviços prestados com a comunidade, deve doer muito em pessoas que nunca nem plantaram uma árvore, mas claro tem filhos e vivem lendo livros que dever ser só para "intelectuasis" mesmo.Beijos e boa semana a todos....

Rubinha

rubiapox@hotmail.com

 

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Ainda bem que estamos tendo esse "palanque virtual",pois na época do Lindberg ele tinha o "palanque auditivo". Manipulava a seu bel prazer a rádio local. Maria, sua fala demonstra bem o desespero que vem tomando conta dos partidários da Candidata. Podem se desesperarem, podem usar de artimanhas e falcatruas, podem trazer os pais de santo que andam circulando com a candidata...Nada irá ofuscar o brilho conseguido pela campanha estruturada nas verdades ditas pelos candidatos e eleitores do Ronan. A candidata pode até mudar o guarda roupa, como vem fazendo para passar uma imagem de "boa moça" que não irá convencer a população evangélica da sua "santidade". Ronan é coração aberto para a população.

Nelson Souza 

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:43
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Do alto do Morro da Mesa, Thiago, Matheus, Luca.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:06
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DEBATE JÁ

"EDUCAÇÃO, DEBATE, COMPROMETIMENTO E PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO PARA DIAS MELHORES"

 

Ruy Nogueira Barbosa

 

 

Como possível seria EVOLUIR um povo, sem se investir em EDUCAÇÃO??????

 

Senhores, o momento que nossa comunidade vive, reclama e implora que aqueles que se apresentam na condição de candidatos, se comprometam e responsabilizem com projetos (que são muitos mais que propostas), direcionados a ser base de sustentação de quem sabe, uma guinada no caminhar de nosso cidade.

 

Há dias, ousei sugestionar a realização de um ou de uns 'DEBATES", para tanto, conclamei a SOCIEDADE ORGANIZADA (UPE, SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES, MAÇONARIA, ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE BAIRRO, ETC...) para que promovam URGENTEMENTE, o tão necessário debate, reclamo, salvo melhor juízo, até o momento, lamentavelmente, não ouvido.

 

No contexto - ELEIÇÃO, os candidatos vêm, se apresentam, expõe suas PROPOSTAS e COMPROMISSOS, para desta feita, atraírem os eleitores, com seus respectivos votos. - Tal situação, levou-me a traçar um paralelo, com a figura jurídica de um CONTRATO, ou seja, de um lado tem aquele que VENDE e do outro aquele que COMPRA.

 

Como se vê, as eleições, as promessas e compromissos, utilizados são como elementos de venda, para a obtenção do voto, assim, surge a pergunta - caso o eleito não cumpra suas promessas e compromissos, estaria o eleito inadimplente???? é possível executar a promessa não cumprida????? como é possível executá-lo???? será necessário aguardar nova eleição???

 

Assim, vejo que o DEBATE, é a oportunidade para que o candidatos, se apresentem, se comprometam, assumam responsabilidades perante o eleitorado que buscam conquistar, para então, após a apuração, possa o ELEITO, ao tomar posse, CHANCELAR O PERFEITO E ACABADO CONTRATO, este, passível de execução por parte dos ELEITORES e cidadãos de nosso município.

 

DEBATE JÁ.

 

Ruy Nogueira Barbosa

Engenheiro Agrônomo;

Advogado pós-graduado (Processo Civil);

Pós-graduando em Direito Ambiental



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 11:46
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Tributo ao amigo

O ADEUS A EDISON XANHENEM

 

 

É com muito pesar e tristeza que tomo conhecimento deste falecimento. Edson, meu amigo, Diva, minha contemporânea, que DEUS, o grande arquiteto do universo, possa dar-te o conforto necessário desta triste hora. Normais ficam as boas lembranças e a boa amizade que Edson soube conquistar, cativar e semear. Quer DEUS nos dê melhores dias.

Ruy Nogueira Barbosa

ruypoxoreo@pop.com.br

 

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Sem palavras...pois o momento é pesar e introspecção... deixo o meu abraço à minha grande amiga Diva e peço desculpas por não poder estar próximo à você e seus filhos nesse momento. Deus lhe dê conforto e forças para prosseguir a caminhada.

Maria Aparecida Rodrigues da S. Barbosa

euciris@uol.com.br

 

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Mas um amigo que se foi. Mais uma pessoa que esperava re-encontrar que não verei mais. E nesse instante não posso esquecer os que faleceram nesses poucos meses: dr. Didi, Nilzinha, João Feijão. Nesses momentos de tristeza penso na Diva e nos filhos e queria abraçá-los. Mesmo de longe, me sinto perto deles e sofro com eles. Lembro do amigo Edson, companheiro de cantos, alegrias e, porque não, ..... de tomar “umas”. O Bar Havaí vai ter que homenagear a ele. Tchau Edson, até lá.

Bruno Italiano

poxoreo@libero.it

Bagnolo Mella - Itália

 

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Diz um certo adágio que "O escritor, mesmo não estando trabalhando algum livro, está sempre escrevendo". Então, que o Édson Lucas conclua seu livro de Causos com a chancela do Senhor lá no céu, pois o artista nunca morre, ainda que passa desta vida, suas memórias estão sempre em nosso meio. Minhas condolências à família do amigo Édson, tão prematura e inesperadamente chamado a Deus.

Prof. Luis Carlos Ferreira

allow2006@hotmail.com

 

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A Rua Paraíba que tanto assistiu o amigo Edison subir e descer do Bar Havaí até seu Bar, na esquina da Rua São Paulo, com todas os seus personagens amanheceu de luto! Chora o Diamante Clube, as cadeiras do Bar Havaí, os paralelepípedos da rua e as casas de parede-meia da rua. Chora vários Benjamins nos banquinhos improvisados da calçada, chora a cidade! Poxoréu ficou mais triste hj com a perda desta pessoa do bem que carregou Poxoréu no coração, que nossos velhos ancestrais poxoreenses que nos protegem do alto do Morro da Mesa guardiãs da alegria e da amizade possa recebê-lo neste dia com uma grande serenata espiritual como foi sua vida! Meus sentimentos a professora Diva e Família. Pode morrer a matéria de um homem, mas ficam as lembranças em nossas memórias e estas são imortais!

Biela

Biela21@hotmail.com

 

 

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Enquanto na Terra o pranto lava a dor da nossa perda, no céu a alegria se faz. É mais uma estrela que nasce na florescente constelação da Clave de Sol. Edison deixa de cantar em nossos palcos pra fazer ecoar seu canto pelo universo e misturar sua voz à de tantos outros que nos antecederam. Mais um parceiro para o Lola, para o Mestre Marinho, o João Feijão, o Fraga Filho e tantos outros que tornaram nossas vidas mais felizes em sua missão de cantadores e contadores de causos. Edison deixa a matéria para se tornar essência. Tive a honra de dividir o palco com ele algumas vezes e essa feliz lembrança levarei por toda a minha existência. Um brinde à vida, à alegria, ao Edison Xanhenhem!!!

Edinaldo

edy.pereira@ibest.com.br

NQPx

 

 

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Ontem todos choramos, pois não podíamos acreditar que nosso companheiro de festa estava partindo. Com certeza as nossas festinhas não serão as mesmas, pois não teremos a sua voz suavizando nossos ouvidos com belas músicas. Fico me perguntando: para quem vou pedir aquela música que tanto gosto? Onde vou tomar aquela geladinha com limão? Mas tenho certeza que hoje o céu está em festa,pois está recebendo uma pessoa amiga que vai está fazendo serenatas por lá.Esperamos está com você um dia. Saudades. . .Elaine, Júnior e José Celso

Elaine S. Santos | elainepox@bol.com.br

 

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Mais uma pessoa foi tirada bruscamente da minha vida, o cerco esta se apertando, entre tantos o meu irmão-primo se foi de uma forma tão rápida q a ficha só caiu hoje. Da mesma forma quando meu irmão Jair se foi eu tive de superar tudo e tomar a frente mais uma vez, não sei até quando vou suportar essa dor só sei q da mesma forma q das outras uma hora ela ameniza. Que a rua Paraíba e o Bar Havaí se tornem mais agradáveis para mim pois ainda não superei as suas lembranças. "Eu dava certo todas as vezes em que pensei que daria certo, aonde quer você vá, o quer que você faça, eu estarei aqui, pois se no final eu estiver com você eu nos darei uma nova chance...estou ficando louco sem você"

José Celso dos Santos Junior

jcsanjunmior@bol.com.br

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:54
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Jornal O POVO

O POVO

 

 

Circulando na cidade a última edição do jornal O POVO, com destaque para a movimentação política e os acontecimentos que marcaram o mês de agosto em Poxoréu.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:36
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Luto: morte de Xanhenhem

DESPEDIDA DE EDISON XANHENHEM  

 

Com pesar, noticiamos o falecimento de Edison Lucas, o popular Edison Xanhenhem, esposo da professora Diva, na manhã desta quinta-feira, dia 28 de agosto. Xanhenhem deixa a esposa Diva e os filhos Marlla Virgínia e Juan Felipe, além de muitos amigos e simpatizantes.

 

Edison nasceu no interior do Paraná em agosto de 1963  e  morava em Poxoréu há quase 30 anos. Aqui se destacou pela alegria, brincadeira, descontração e cantoria. Logo, conseguiu angariar muitos amigos. Ex-funcionário da prefeitura, comerciante, Edson chegou a disputar uma eleição para vereador pelo então PFL.

 

Segundo apurou a equipe do Blog, na noite de ontem, quando atendia em seu bar um pessoal que chegava de um comício, Edson havia reclamado para o Noé da Saúde que estava com dores musculares, principalmente na nuca e que gostaria de fazer uns exames hoje. Porém, ao deixar sua casa por volta das 6h30 da manhã de hoje, Edison teve um ataque cardíaco e caiu na calçada. Socorrido por amigos, foi levado ao Hospital, mas não resistiu.

 

Contador de causos, muitas vezes tirando sarro do popular Bel no Bar Havai, Xanhenhem, além dos sonhos de cantor, sonhava em escrever um livro com as estórias e causos de Poxoréu. Em sua homenagem, o BlogPox publica logo abaixo um dos seus causos.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 08:25
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Causo do Edson Xanhenhem

Causo do Bar Havaí

Edison Lucas

 

Eis que o popular Bel chega ao Bar Havaí, localizado em frente ao Diamante Clube, em Poxoréo, no final de uma tarde, início de noite, após o laborioso trabalho do dia e logo é abordado por um amigo que lhe oferece uma raizada:

-Bel, vamos tomar um bálsamo?

-Vamos - responde Bel.

Em seguida Bel fala para a dona do bar:

-Dona Vani, põe dois gorpe pra nós. E uma gelada. Antarctica, que custa 2 reale.

- A cerveja Cristal tá mais gelada meu filho! Vai a Antarctica mesmo?

- Vai a Antarctica, dona Vani, tá mais barato!

Dona Vani traz a cerveja, os copos e serve aos dois clientes.

- Bel, o Osvaldo do Dário conta que viu uma assombração vestida de noiva ontem e teve que desviar o cavalo para passar por ela. - Diz o amigo, puxando uma prosa.

Intrigado, Bel responde:

- Eu vim aqui pra esfriar a cabeça e você vem me falar de assombração, depois eu não durmo.Vô embora agora! Quanto deu aí dona Vani que eu já vou embora.

- Calma Bel, quem já foi não faz mal a ninguém. Apazigua o amigo.

Dona Vani, preocupada com a conversa, se aproxima e aconselha:

- Não brinca com coisa séria não meu anjo. Hoje acordei com um barulho na cozinha e fui ver o que era... Passou um vulto na área da cozinha arrastando o chinelo.

Interrompendo dona Vani, o amigo indaga:

- Era gente dona Vani?

- Era nada meu filho!

- Eu vou embora – gritou Bel angustiado. Esse povo tá doido! Sabe que minha mulher Lizete num tá aqui em casa e quer me botar medo! Hoje vou pousar lá na casa de mamãe! - concluiu Bel esbravejando.  

                                                                            

 

by.Edison Lucas Xanhenhem

E-mail: thelucapox@hotmail.com



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 08:09
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Voto em desconhecida

Quatro anos é muito tempo para deixar a Poxoréu nas mãos de uma pessoa desconhecida.

 

As emissoras de Rádio e TV de todo o Brasil estão veiculando propagandas da Justiça Eleitoral que começam com a mesma frase : “ Quatro anos é muito tempo, principalmente quando as coisas não vão bem...", referindo-se ao tempo do mandato e da possibilidade de melhorar as cidades brasileiras.

 

O TSE convida o  eleitor para refletir sobre o momento eleitoral. Após a frase : "Quatro anos é muito tempo, principalmente quando as coisas não vão bem" segue as demais colocações, sendo que todas orientam o eleitor a pensar bem antes de votar, como por exemplo: a seqüência..."Por isso, pense bastante antes de escolher o seu prefeito. Porque nos próximos quatro anos é ele quem vai administrar a sua cidade realizar obras e prestar serviços de saúde pública e de educação. Ou seja, se você não escolher o melhor prefeito, quem vive na sua cidade vai sofrer as conseqüências. E isso inclui a sua família, os seus amigos e claro, você também."

 

Por isso, antes de votar, pesquise o passado dos candidatos à próxima eleição, porque o desinteresse dos eleitores acaba facilitando a corrupção e a eleição de maus políticos", diz a campanha do tribunal.

 

Quatro anos é muito tempo para deixar Poxoréu nas mãos de uma pessoa desconhecida.

 

Portanto, pesquise o passado dos candidatos para não perder o seu voto com desconhecidos!

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:31
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Milton Nascimento

Carta à República

 

Milton Nascimento/Fernando Brant

 

Sim é verdade, a vida é mais livre

o medo já não convive nas casas, nos baress, nas ruas

com o povo daqui

e até dá pra pensar no futuro e ver nossos filhos crescendo e sorrindo

mas eu não posso esconder a armagura

ao ver que o sonho anda pra trás

e amentira voltou

ou será mesmo que não nos deixara?

a esperança que a gente carrega é um sorvete em pleno sol

o que fizeram da nossa fé?

 

Eu briguei, apanhei, eu sofri, aprendi,

eu cantei, eu berrei, eu chorei, eu sorri,

eu saí pra sonhar meu País

e foi tão bom, não estava sozinho

a praça era alegria sadia

o povo era senhor

e só uma voz, numa só canção

 

e foi por ter posto a mão no futuro

que no presente preciso ser duro

que eu não posso me acomodar

quero um País melhor

Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:12
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Milton Nascimento - Coração de Estudante



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:10
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Jornal A Gazeta

Democracia não se vende

 

Editorial A Gazeta

 

A Justiça Eleitoral vai realizar mais de 800 audiências públicas em todo país, até outubro, para orientar os eleitores sobre a importância do voto consciente e também sobre a segurança do sigilo da urna eletrônica. Durante as palestras os juízes vão orientar e tirar dúvidas das pessoas. As audiências fazem parte da campanha Eleições Limpas, lançada no dia 18 de junho.

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, ao anunciar o "mutirão" fez questão de ressaltar que a Justiça Eleitoral poderá receber denúncias de compra de votos, ameaças contra eleitores por parte de candidatos, cabos eleitorais, traficantes ou de milicianos.

 

Evidente que as audiências e as campanhas feitas pela Justiça Eleitoral não garantem que de fato as eleições sejam "limpas", mas com certeza têm a sua importância. A Justiça está fazendo sua parte, mas os maiores responsáveis por uma disputa eleitoral ética e transparente são, em primeiro lugar, os eleitores e, em segundo, os candidatos.

 

O eleitor não pode ser coagido, intimidado, ameaçado ou até mesmo comprado pelos candidatos. Por outro lado, o cidadão que deseja ter uma cidade, um estado e um país melhor, com saúde, educação, transporte e moradia de qualidade, não pode barganhar o voto. O direito de escolher quem irá governar não tem preço. Quanto se lutou pela volta das diretas, pelo fim da ditadura, para que a democracia eleitoral fosse instaurada neste país?

 

Além de não colocar o voto à venda, o eleitor brasileiro tem que aprender a denunciar o que vê de errado. É preciso acabar com a velha máxima de que "não adianta denunciar porque não vai acontecer nada". Se as pessoas ficarem caladas não vai acontecer nada mesmo. Quem faz campanha eleitoral comprando votos, jogando sujo, infringindo a lei e debochando da ética, dificilmente vai mudar de caráter ao assumir um cargo político. Prova disso são os corruptos que travestidos de políticos se aproveitam do poder público para roubar quem os elegeu. Votar é, acima de tudo, um ato de responsabilidade, um dos pilares da democracia e democracia não se vende.

 

Editorial do Jornal A Gazeta, 27.08.2008

http://www.gazetadigital.com.br/

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:55
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Compra e Venda

QUEM AVISA, AMIGO É

 

Alguns comerciantes estão demonstrando preocupação quanto à possibilidade de calote: ainda faltam mais 30 dias de campanha e já têm registros de candidatos mostrando asinhas na emissão de cheque voador na praça. E o pior, existe gente que nem talão de cheque consegue no banco e tentam comprar fiado, sem qualquer garantia para o vendedor.

 

E para não dizer que não falei das flores, um empresário do ramo de combustíveis, proprietário de um posto de gasolina na MT-130, passados exatos oitos longos anos, ainda sonha em receber R$ 48 mil, valor não atualizado, referente uma dívida de responsabilidade de um ex-prefeito na campanha eleitoral de 2000.  

 

Falando em comprar, há candidatos que, mesmo contrariando a lei, pretendem comprar votos nestas eleições de 2008. E aqui já alertamos: candidato que compra voto é corrupto; eleitor que vende, também é corrupto.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 22:08
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Pela Reforma Administrativa

UMA TRISTE CONSTATAÇÃO

 

Jeova Pereira Xavier

 

Há muito tempo venho pregando que Poxoréo não terá futuro, caso continue sendo administrada da forma que sempre foi. É uma constatação evidente e que desinteressa, creio que a maioria dos sequiosos candidatos que disputam as rédeas do município.

 

Até hoje nunca vi nada que prosperasse sem o mínimo de administração. De um galinheiro até uma multinacional, esta ciência deve ser aplicada. Uma simples decisão, mesmo desagradando a muitos, tem de ser tomada para o bem de todos.

 

Não entendo por que muita gente, principalmente os que se candidatam a um posto de administrador, não compreendem, ou não querem compreender, que um município precisa de administração. Um período como este de campanha eleitoral, seria espaço útil e fértil às propostas de uma administração voltada ao interesse público. Mas o que se vê são os velhos discursos, permeados de velhos jargões, que mais exprime ressentimento pessoal do que qualquer outra coisa.  

 

Tenho andado em vários comícios, ouvi alguns candidatos, mas ninguém fala numa reforma administrativa que possa começar a levar Poxoréo, pelo menos como cidade bem administrada, ao sopé das pujantes cidades circunvizinhas, ou pelo menos rivalizar com outras como Dom Aquino ou Guiratinga.

 

Pergunto, então: A quem interessa essa balbúrdia administrativa? E os cabides de emprego que sempre existiram nesses 70 anos, solenemente criados para abrigar apanhiguados políticos, quando vão acabar? É preciso uma reforma administrativa urgente, uma reestruturação de todo o quadro funcional do município, além de outras providências, é claro.

 

Quando se toca num assunto como este, é comum ouvir a velha cantilena da falta de recursos; que tudo se faz com dinheiro. Não é bem a assim. Poxoréo tem boa arrecadação e recebeu grande volume de verba federal nesses últimos anos. Tenho acompanhado o emprego desses recursos e fico abismado de ver a má qualidade das obras. Só para se ter uma idéia, a rede de esgoto que corta todo o manancial da Lagoa foi feito com manilha (curta). Não sou da área, mas creio que passar esgoto em manilha por dentro de um manancial, composto de areia movediça, em vez de tubos que seriam bem mais seguro, é um pouco estranho, principalmente quando se tem em conta um grande volume de dinheiro que daria para fazer um trabalho bem melhor.

 

Por isso, sempre achei que o dinheiro não é tudo. Quando se quer realizar alguma coisa, o primeiro ingrediente que se deve adicionar é a vontade. Se não tivermos vontade, nada vai sair da forma prevista.  E é isso que precisa em Poxoréo. Outras questões de menor importância, mas que revela o espírito de nossa gente, está no cumprimento do código de postura do município. É incrível a incapacidade da secretaria de obras de fiscalizar e ajustar construções. Até mesmo o espaço da feira que está sendo construída não foi poupado. Ora, num espaço daquele, uma das ruas mais largas que temos, deixar meio metro de calçada, é estranho, revela nosso estado de espírito que nem com muito dinheiro, se fosse o caso, tornaria mais empreendedor.

 

Mas, voltando à triste constatação, é que nossos candidatos, de ambos os lados, não querem saber de uma reforma administrativa. A quem interessa esse estado de coisas?

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:34
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Top Hit das eleições: Arruma a mala aê!



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:31
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Candidato, qual a sua proposta para melhorar o ensino em Poxoréu???

 

FALA CANDIDATO!

 PARA REFLEXÃO*

 

“As escolas em geral continuam afeitas à velha decoreba, encaixotadas em grades curriculares ultrapassadas e incapazes de preparar as crianças para enxergar as questões da atualidade de maneira mais abrangente”.

 

“A competição empurra as pessoas para frente. Nas escolas, as crianças a encaram como uma gincana, na qual, para sair vencedoras, precisam estudar mais”.

 

“Para fazer de uma escola um exemplo de excelência, é preciso dar incentivos concretos a quem trabalha nela”.

 

“Temos uma escola do século XXI com a cara do século XIX. Precisamos de coisa melhor”.

 

* Eric Nadelstern, professor em Nova York, em entrevista à revista Veja, páginas amarelas, edição 2035, de 21/11/07.

 

Pergunta aos candidatos a prefeito e vereador:

 

 O quê fazer para melhorar o aprendizado das crianças de Poxoréu?

 

Escreva para poxoreo@uol.com.br e compartilhe sua proposta para melhorar o ensino e o aprendizado dos alunos do município.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:41
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Causos do Batistão

A DONA DO CIRCO GANHA NA LOTERIA

 

Batistão

 

        Era 1970, o ano em que o Brasil conquistou o tetra mundial. Ainda não existia Loto, Quina, Sena. Loteria, era apenas a Esportiva: O negócio, o sonho maior, além dos sempre sonhados com os diamantes, era ficar milionário com os treze pontos da loteria.

 

        A Loteria Esportiva, mania nacional, porta da esperança do pobre ficar rico e do rico mais rico. O brasileiro, embalado pelo tri mundial e pela esperança, jogava e jogava muito na loteria. Em Poxoréu cada partida de futebol era acompanhada com grande interesse: ouvidos prestando atenção no rádio e os olhos no cartão da loteria conferindo a sorte.

 

        O circo era pequeno. Sua tenda ocupava todo o terreno baldio existente no fundo da delegacia de polícia, na Avenida Brasil, parte hoje sede dos Correios. Sua dona, seguindo a mania nacional, era jogadora assídua da Loteria Esportiva. (Ô moço, seu sonho era possuir um circo maior, disse-me o finado Zé de Ambrósio, pai do João Preto, muito tempo depois).

 

        Televisão era coisa de cidade grande, capital de Estado. A notícia chegava pelo rádio. Quem torcia por time de São Paulo, escutava a Bandeirantes e Tupi paulistas. A torcida carioca, ouvia a rádio Globo ou Nacional do Rio. Televisão, tinha não! Somente um ano depois: primeiro chegou a retransmissão da TV Centro América de Cuiabá, com a programação da poderosa Rede Tupi de Televisão, e os domingos de Flávio Cavalcante (nossos comerciais, por favor!). Muito tempo depois, ainda pela Centro América, é que Poxoréu ficou sabendo do fantástico mundo da Rede Globo e da zebrinha do Fantástico.

 

        No lugar da televisão, tínhamos o Cine Roma, as voltas na pracinha da igreja, a música da Voz Social de Francisco Dorileo (Chico Mamãe), os bailes do Diamante Clube, e, excepcionalmente, para felicidade da criançada, algumas temporadas de circo.

 

        Naquele mês tínhamos um circo alegrando a cidade.  Palhaços, trapezista bonita de roupinha curta, leão, macaco, e outros bichos.

 

        No segundo domingo, após sair o resultado da loteria esportiva, o circo quase pegou fogo: a dona do circo ganhou na loteria!  A Alegria tomou conta do picadeiro e ganhou as ruas.

 

        A dona do circo ganhou na loteria!

 

        O boato tomou conta da cidade. Ultrapassou as três pontes, do Rio Poxoréu rumo aos Currais; do Bororo, em direção a Vila Santa Terezinha; do Areia, para a Capela do Bugio - Cohabs e Irantinópolis, tinham não! - Passando Ponte dos Santos, indo até o povo do Coité: A dona do circo ganhou na loteria!

 

        Espetáculo especial! Entrada franca! Tudo de grátis! -anunciava o autofalante do circo!

 

        E de fato aconteceu. Naquele domingo o circo estava cheio, lotado, gente para todo canto!

 

        Após a apresentação, a dona circo, ainda doida de alegria, pensando no milionário prêmio da loteria e em um grande circo novo, mandou desarmá-lo, e queria, porque queria, por fogo em tudo. "Vamos botar fogo", ordenava. "Vamos queimar tudo", gritava.

 

        Aí o delegado de polícia interviu e não permitiu que o circo fosse queimado.

 

        O que o delegado não conseguiu evitar foi que o pessoal do circo ficasse de fogo: a dona deu bebida para todo mundo do circo, até para a trapezista da roupinha curta, contava Zé de Ambrósio!

 

       Na manhã de segunda-feira ficamos sabendo que havia outro ganhador da loteria esportiva em Poxoréu. Era o professor Luiz Almeida, (irmão do Albertino Almeida da Vila Santa Terezinha), diretor do Ginásio 7 de Setembro, morador do Hotel São Jorge da dona Izabel Brito.

 

Somente em Poxoréu, dois ganhadores.

 

        Milionários?!  Pintou dúvida!

 

        Lá pelas 10 horas chegou a notícia, como uma ducha fria, pelo "O Globo No Ar !", dando conta que mais de 15 mil pessoa ganharam na loteria e o prêmio era muito pouco, um tiquinho, quase nada!

 

        Coitada da dona do circo! Dormiu milionária e acordou pobre! Ainda bem que o delegado não deixou por fogo no circo!

 

        O gerente do Banco do Brasil, que na noite domingo contatara os ganhadores, pensado nos polpudos negócios para o seu banco, fez os cálculos na segunda feira e disparou: "A dona do circo ganharia mais dinheiro que o prêmio da loteria se tivesse cobrado ingresso no espetáculo de ontem!".

 

(Original publicado aqui no BlogPox em 19.01.2004)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:37
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Educação em Debate

PAPEL DE BONS PROFESSORES

 

“O que pesa mesmo são professores bem preparados e altamente comprometidos com a educação das crianças, ao lado dos diretores das escolas. Quando os alunos não vão bem, diretores e professores fazem uma intervenção imediata, com aulas de reforços ministradas pelos melhores professores”.

 

Antônio Ermírio de Moraes



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:12
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Do Leitor I

COMENTÁRIOS

 

Voz Social

 

Tempo bom, não volta mais saudade, quanto tempo faz..." Quantas voltas já dei na praça depois sentava nos bancos/muretas pra vê as meninas passarem ou quem sabe pudesse se aproximar de alguma. Recordação essa que ficou marcada. Francisco Dorilêo, obrigado por nos proporcionar essa fase áurea.

Carlos José

cajo1985@bol.com.br

 

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Parabéns Prof.Edinaldo por este trabalho de resgate dos memoráveis acontecimentos.Havia uma música específica para cada categoria de anúncio. Recordo que até as crianças - na época eu uma delas - ficavam atentas pra saber o que estaria sendo anunciado ao fim da música. Morávamos na Cohab, onde o som chegava com perfeição, assim, era costumeiro sentarmos no degrau da cozinha para apreciarmos a programação da voz social. Agradeço por esta lembrança.

Lecy Figueiredo

 

 

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Daqueles tempos saudosos, trago comigo muitas lembranças: O Juju, filho de Zenaide e Artur Farias, assim como o Eurípedes, ex-funcionário de Joaquim Coutinho, trabalharam - como locutores - da Vóz Social... também o Raul Dorileo. Lembro nitidamente dos refrões levados ao ar, como; "Amigo comerciante, quem não anuncia vende, mas quem anuncia vende melhor"; "ao som desta característica musical entra no ar/sai do ar o serviço de alto-falante da Vóz Social de Poxoréo"... A Voz Social ia ao ar, logo após o alto-falante do cinema se recolher para o salão cinematográfico, às dezenove horas, pois as sessões tinham início às dezenove e quinze. Haviam, também, os horários vespertinos da Vóz Social, a partir da 14 horas. Lindas vozes eram ouvidas nas mais longínquas paragens: Altemar Dutra, Ângela Maria, Carmen Silva, Vanusa e Antônio Marcos, Wanderley Cardoso, Martinha e tantas outras maviosas melodias! Saudosismo com saudades como diz o Príncipe dos Poetas J. Moreira. Parabéns, Prof. Edinaldo...

Prof. Luis Carlos Ferreira

allow2006@hotmail.com

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 09:03
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Do Leitor II

Educação em Debate

 

 

A sala de aula, como espaço privilegiado do ler e escrever, já não exercita a norma padrão da língua. E nem o professor, com raríssimas exceções, está preparado ao ensino adequado do estilo formal, pois desestimulado se encontra para tal. Com um conhecimento mais elaborado, o(a) discente estaria mais à vontade com a escrita e a leitura, sem desprezar contudo, o modo popular da fala. O aluno precisa aprender que, ao menos no recinto escolar, é preciso praticar a "língua certa". Isso "seria" a tarefa terminante do(a) Docente: Não fazer uma substituição, mas transformar o jeito popular da fala no modelo padrão. Não dizer que está errado o modo comum de falar, mas mostrar que existe um outro jeito culto mais preferível no mundo competitivo, do emprego, por exemplo. Ao professor, o papel de dizer que "a apropriação da língua padrão, por parte do aluno, é importante para o exercício da cidadania"... que linguagem é como a roupa: a cada situação, um estilo de se vestir. A missão é bem árdua.Só se avança na compreensão de conteúdos quando se tem facilidade na leitura e familiaridade com a linguagem. E, por conseguinte, pode-se escrever de acordo com a fala que se aprender. Por isso, a fala popular precisa ser transformada na fala padrão, em sala de aula. Para tanto, também o professor necessita estar em constante prática do fazer e aprender a norma culta do falar, por ser padrão aceitável por necessidade no espaço privilegiado para isso: A escola.

Prof. Luis Carlos Ferreira

allow2006@hotmail.com

 

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COMO EDUCADORA TENHO ME COLOCADO A DISPOSIÇÃO DAS ESCOLAS PARA ATUAR NA ÁREA DE EDUCAÇÃO COM O PROJETO "RESPONSABILIDADE SOCIAL NAS ESCOLAS" DESDE O INÍCIO DE 2007, PORÉM NÃO HOUVE INTERESSE POR PARTE DA ASSESSORIA PEDAGÓGICA DESTE MUNICÍPIO, PROJETO ESTE QUE SERIA IMPLANTADO VOLUNTARIAMENTE SEM NENHUM TIPO DE ÔNUS PARA O MUNICÍPIO. O "O ENCANTANDO A INFÂNCIA " PROJETO DE NOSSA AUTORIA, APROVADO PELO UNICEF ,CUJO OBJETIVO É A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DAS FAMÍLIAS COM CRIANÇAS DE O A 6 ANOS , ESTOU ATUAND EM PARCERIA COM A PASTORAL DAS CRIANÇAS . JÁ ATUAMOS EM NOS SEGUINTES BAIRROS: VILA STA TEREZINHA , IRANTINÓPOLIS II , LAGOA II, VILA STA MARIA,STA LUZIA, BELA VISTA E NO DISTRITO DE ALTO COITÉ. PRETENDEMOS ATÉ 2009 ATINGIR TODOS BAIRROS DA NOSSA QUERIDA POXORÉU. TENHO FEITO A MINHA PARTE E QUERO FAZER MUITO MAIS.

Lena Glória Varanda Ventresqui Guedes

lenagloria@superig.com.br

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Diversos

 

Acerca da fábrica de cadernos, eu quando soube da iniciativa, quase morro de tanto rir, até porque à frente estava quem nunca teve intimidade com a arte do saber. Na época, eu contactava com um pedreiro, genro Durval - para realizar uma obra residencial. Ele muito entusiasmado, quase não atende ao meu telefonema. Ao atendê-lo, afirmou-me que estava com pressa pois iria ver o lançamento da pedra fundamental da fábrica de cadernos. Tentei demovê-lo da idéia, ao argumento de que Poxoréo não tinha plantação de eucalipto, pinho, etc, dos quais poder-se-ia extrair a materia prima à industrialização do papel. Não teve jeito. O homem foi, aplaudiu, entusiasmou-se e a fábrica, a exemplo de tantas outras já lançadas, não foi materializada. Agora, com a chegada do linhão ligando Rondonópolis a Paranatinga, Poxoréo definitivamente vê resolvido o seu problema energético e quiçá, posterior industrialização de algo poxoreense.

José Ferreira

 

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Por falar em pinga e política, Lembrei de um candidato que tinha um adesivo parecido com rótulo de Jamel (intencional ou não) e de quando havia apuração de votos manual e era no ginásio que os cabo eleitorais deste mesmo candidato gritavam debaixo de um pé de cajueiro que tem na porta detrás da prefeitura ..quando fulano ganhar nós vamos por uma vara aqui embaixo pra arrancar caju o dia inteiro e fazer batidinha! De outra vez este mesmo candidato ao adentrar Alto Coité me ensinou algumas manobras para promoção política ao ser aclamado pelo povo num boteco da rua para pagar as tradicionais pinguinhas ele negava continuamente e quando entrava no carro para ir embora o dono do boteco descia uma pinga na mesa com a expressão essa é por conta do prefeito! Já no carro o homeredo feliz gritavam obrigado prefeito e ele dava um toquinho com a buzina exclamando: assim que se faz um governo popular! Nem parece verdade..mas será que é mesmo? Chego a duvidar hehe! Parabéns pela lembrança Batistão

Suelme Biela

biela21@hotmail.com

 

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Depois da passeata da equipe do Ronan Figueiredo, que contou com mais de 300 carros, todos cheios de gente, e 400 motos, e do comício superlotado e de boa repercussão, só se houve perpassando pelos muros da casa da candidata Jane, o refrão da música do Lulu Santos: "Que eu to voltando pra casa. Me vê. Que eu to voltando pra casa, Outra vez". MARTA OLIVEIRA.

Marta Oliveira



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 09:02
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Opinião

PRECISAMOS ERRADICAR A INVEJA E A FOFOCA EM POXORÉU

 

 

Carlos Eduardo Cavalcante

 

Quando se trata deste assunto infelizmente dizem que Poxoréu está em 1º lugar no ranking dos invejosos e fofoqueiros. Mas a verdade é outra, a questão tem cunho sócio-político-econômico. Não só Poxoréu, mas toda cidade de mesma estrutura política e econômica como a nossa.

 

A maioria, lógico, do interior. A falta de perspectiva de vida, de trabalho e educação ocasionam a evasão urbana, em busca de melhoria de vida. E, aqueles que aqui ficam, muitas das vezes sem o que laborar, se atentam aos detalhes da vida alheia.

 

Mas como erradicar esse problema?

 

É pela via pública, pelos interesses coletivos, buscando melhoria na educação, esporte e lazer, e no turismo também, como fonte de renda e cultura, gerando oportunidades de emprego e abrindo novos horizontes para a nova e velha geração. Mas só falar é muito fácil, é preciso muito mais ação. Por menos que pareça, há muito que se fazer em Poxoréu. Há empregos em muitas áreas, e muitas áreas carentes de mão-de-obra. Por exemplo, uma coisa fútil, procure um lugar em Poxoréu que faça polimento cristalizado. Não há em nenhuma funilaria. E é muito fácil de fazer, lógico pra quem trabalha nesse ramo. São pequenas coisas espalhadas no comércio, que ao se unirem geram muitos empregos diretos e indiretos. A mão-de-obra qualificada às vezes por falta de iniciativa da própria população, se torna um problema. Já fiz alguns cursos pelo Programa QUALIFICAR em Poxoréu que havia pouca gente interessada, ou quase ninguém freqüentando os cursos. Cursos ótimos que o governo disponibiliza totalmente de graça, com materiais de qualidade e que por falta de iniciativa do povo passam desapercebidos.

 

 Precisamos para Poxoréu representantes políticos compromissados e interessados em aplicar uma injeção de ânimo na população, forçar o povo a buscar melhoria de vida e lhes dar oportunidades para isso. Precisamos de espíritos empreendedores, não importa a idade, mas desde que seja investidor. Até porque investir na educação e na melhoria de vida nunca será prejuízo, em qualquer lugar que seja.

 

Graças à Deus e minha família sou um dos poucos que tiveram a oportunidade de "estudar fora", tenho uma boa formação e vou em busca daquilo que almejo. Atualmente estou residindo em Poxoréu e cuidando do legado de minha família, e é nesse sentido que apresento meu apelo aos conterrâneos e amigos da nossa ainda bela Poxoréu, pois vejo muita luz no fim deste túnel. Quero me dispor para o "Rumo aos 100 anos de Poxoréu".

 

"To aqui! Meu nome é nasci pronto, sobrenome to indo".

 

 

Carlos Eduardo Cavalcante é acadêmico de Direito

Cursando o 10º semestre na UNIC - Primavera do Leste

carloseduardo14@ibest.com.br



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 08:43
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Voz Social de Poxoréu

VOZ SOCIAL: UM “VIVA” AOS PRECURSORES DO RÁDIO

 

Prof. Edinaldo Pereira de Souza

 

Quem não se lembra da Voz Social, o pioneiro dos veículos de comunicação falada em nossa cidade? Quem não tem saudade dos anúncios de casamento, aniversário, das festas; daqueles auto-falantes postados em uma torre simples na rua Maranhão?

Que o nosso saudosismo nos transporte até 1962, quando tiveram início as transmissões, através do inesquecível Tarquínio Soares da Silva, indubitavelmente um visionário, um homem à frente de seu tempo, que sentiu a necessidade de um veículo de comunicação capaz de atingir a todos os moradores da cidade. Vale lembrar que a Poxoréo daquele tempo era restrita às poucas ruas do que hoje chamamos de Centro Velho da cidade.

O Sr. Tarquínio esteve no comando do empreendimento até 1965, quando assumiu a direção e os trabalhos o Sr. José Gomes Ferreira, mais conhecido como Zelito.

Durante quatro anos, o Zelito adquiriu obras para o acervo fonográfico e manteve as atividades da emissora.

Em 1969, a Voz Social passa a pertencer ao Sr. Francisco Dorilêo, nosso querido Chico Mamãe. Chico leva o sonho avante, investindo em estrutura e diversificação da programação. Manteve seu trabalho por dezoito anos, até 1987, quando foi inaugurada a Rádio Cultura de Poxoréo (mais tarde rebatizada de Sul-mato-grossense).

Com Chico, a Voz Social entrou num tempo de inovações, tanto na programação quanto aos aspectos técnicos que propiciaram, entre outras coisas, a transmissão dos bailes de carnaval que aconteciam no Diamante Clube. Para isso, além dos auto-falantes na Rua Maranhão, foram colocadas algumas caixas de som num coqueiro na Praça da Liberdade.

Aqui, cumpre-nos abrir um pequeno parêntese, para lembrar que muitos que lerem nosso breve relato provavelmente se recordarão que muitas famílias permitiam que suas filhas fossem para a praça para namorar, encontrar com os amigos e amigas o fizessem até que fosse tocada a música que encerrava as atividades diárias (“Amores Clandestinos”, com a orquestra de Billy Vaughn, a mesma música que abria a programação), retornando imediatamente para casa. Assim, praça e Voz Social fundiam-se e entravam profundamente na vida da população.

Para cada função havia um prefixo. Muitos haverão de se lembrar da música que anunciava o falecimento de alguma pessoa: toda a cidade parava para ouvir o nome do falecido e se esmerava em prestar solidariedade à família enlutada. Além disso, eram feitos os anúncios dos nascimentos, aniversários, editais dos poderes executivo, legislativo e judiciário, das festas religiosas, além das notícias locais, regionais e nacionais e da propaganda dos patrocinadores.

Durante os anos de sua atuação, a Voz Social cobriu inúmeros acontecimentos e a vinda de muitas personalidades, dentre as quais destacamos: Agnaldo Timóteo, Valdick Soriano, Sula Miranda, Moacir Franco, Mato Grosso e Mathias, Chitãozinho e Xororó, o elenco do Sítio do Pica-Pau Amarelo, o grande campeão Garrincha, além das orquestras Cassino de Sevilha e Cassino de Espanha. Foram entrevistados: Sérgio Reis, Pe. Antônio José (que, na época, era mais ou menos como o Pe. Marcelo Rossi dos nossos dias), Virgínia Lane (uma grande vedete que trouxe a sua banda e se apresentou no Diamante Clube, com um vestuário ousado para a época, tocando trompete, indo em todas as mesas e levando o público masculino presente ao mais profundo delírio – cantando o então recente sucesso, a marcha de carnaval Sassaricando).

 

 

Liberalino Pereira(Bio) e Francisco Dorileo(Chico Mamãe)

 

Dentre todos os entrevistados, cabe posição de destaque um jovem metalúrgico que foi trazido no final da década de 1970 pelos deputados estaduais Osvaldo Cândido Pereira (nosso saudoso Moreno), Dante de Oliveira e Márcio Lacerda: o nosso atual Presidente da República, Lula. O clima era tenso em Poxoréo, pois uma importante mineradora estava prestes a usurpar dos garimpeiros o direito de realizar seu trabalho. Além disso, o Brasil vivia sob a ditadura militar, quando tudo era tido como subversivo. Foi um ato de extremada coragem dos deputados trazerem a essa terra alguém que bradava corajosamente contra a ordem imposta pelos militares e pelos grandes capitalistas, estes interessados nas terras férteis em diamantes de Poxoréo; do próprio Lula, em aceitar o convite ousado; e dos garimpeiros, que não temiam lançar mão das armas para defender seu território.

Aqui, duas curiosidades: Como a Voz Social não dispunha de um gravador, este foi emprestado pelo Sr. Lindolfo Vieira de Souza, conhecido e bem-quisto de todos como Orlandinho, um dos mais tradicionais compradores de diamantes de Poxoréo. A segunda: logo após a exibição da gravação da entrevista, a Polícia Federal confiscou a fita, com a justificativa de que poderia ter conteúdo subversivo, intimando o Chico Mamãe a não deixar a cidade, sob pena de sofrer os rigores da lei. Pra quem viveu aqueles tempos e para os que hoje refletem sobre a realidade de então, cabe uma menção honrosa ao nosso Chico, pela coragem de divulgar uma entrevista com o conteúdo que aquela tinha; mesmo com a possibilidade de futuras perseguições.

E assim, com o advento da inauguração da Rádio Cultura de Poxoréo, a Voz Social encerrou suas atividades em 1987, deixando marcada em nossa memória a ousadia, o brilhantismo dos precursores do rádio em Poxoréo.

Voz Social e Francisco Dorilêo são ícones de um tempo romântico, das serestas, dos bailes, da vida boêmia e pacata (mesmo quando todos andavam armados). Falemos um pouco do nosso Chico:

Francisco Dorilêo nasceu em 02/04/1929, em Cuiabá e casou-se com Dona Júlia Maria Dorilêo em 12/01/1965. Dessa União, nasceu Laura Andréia Cruz Dorilêo. Disse-nos o Chico que seu pai era um jornalista de esquerda e que o prédio onde moravam abrigava a sede de um time de futebol e um jornal, paixões do pai (as quais ele herdou). Isso justifica seu apego à notícia e ao esporte. Foi fundador da Liga Esportiva de Poxoréo e seu primeiro presidente; foi quem a registrou na Federação mato-grossense de Futebol; foi também coordenador do Centro Esportivo e o primeiro administrador do Estádio Municipal Diamante Verde, além de ter sido Técnico da Seleção Poxorense de Futebol e co-fundador do Coité Esporte Clube e do Comercial Esporte Clube. Chico Mamãe é autor das marchinhas de carnaval “Meu cachorrinho”, “Diamante Clube” e “Bar Central”, muito conhecidas e tocadas nos bailes de algumas décadas atrás e recentemente lembradas por um grupo de alunos da escola Pe. César Albisetti, numa pesquisa sobre os carnavais de outrora em Poxoréo.

Por tudo isso, Francisco Dorilêo foi agraciado com o título de Cidadão Poxorense pela Câmara Municipal de Poxoréo em 26/10/1992, quando era Presidente daquele Poder o Sr. Garibaldi Toledo de Morais. Em 2003, um Projeto de Lei foi aprovado pela Câmara Municipal denominando “Francisco Dorilêo” o mini-estádio construído em sobreposição ao antigo Centro Esportivo. Isso foi mostra da gratidão do povo poxorense e do seu reconhecimento pelos anos dedicados ao esporte, à juventude da nossa cidade. Entretanto, a obra não foi concluída nem a placa com seu nome inaugurada. Esperamos que isso aconteça muito brevemente.

 

Prof. Edinaldo Pereira de Souza é escritor, membro da UPE União Poxorense de Escritores



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:07
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Centro Juvenil

"DIFERENTES GERAÇÕES PASSARAM PELO CENTRO JUVENIL"




O Centro Juvenil de Poxoréu já formou inúmeras gerações. Seu campo, sua quadra e seus arredores já foram palco de grandes conquistas e disputas onde, hoje se sabe, não existiram perdedores, pois todos ganharam em formação de caráter.

Gostaria de destacar na primeira foto, a presença do meu irmão Jesualdo Ribeiro de Souza, o "Negão) (segundo na fileira de baixo da esquerda para a direita), que faleceu em 13.07.1993, pessoa que fez do Centro Juvenil a sua segunda casa e a que com certeza, se vivo fosse, também estaria encabeçando esta luta.

Registre-se que a nossa campanha está ganhando muitos adeptos e que já alcançamos algumas vitórias. Em breve estaremos consignando os resultados. Não deixem de contribuir.

Juscilene Vieira de Souza

Membro da Comissão de Apoio ao Centro Juvenil.

Deposite sua contribuição na conta corrente:
Banco:      001 Banco do Brasil S.A
Agência: 553-3 Poxoréu (MT)
Conta: 7343-1
Nome: MSMT SJB JUVENTUDE


Em setembro, Festa da Primavera no Centro Juvenil.

OBS: Alguns dos "guerreiros do Esporte" da 2ª foto, tenho a impressão de que os conheço: De pé (da esquerda para a direita) estão Francisco Dorilêo (o Chico Mamãe); Liberalino (Bio do Posto Texaco); Zezé Morbeck (irmão do Beto Cachorro/do Sr. Pedro Silva); o goleiro não me recordo; Garibaldi; João Feijão; Cuiabano; Antônio Dequinha. Na linha de baixo (da esquerda para a direita) estão: Baiano Biroi (do Bar Continental); o segundo não consego me lembrar; Zé Alto (ex-proprietário do Cine Imperial); o quarto é filho do Sr. Machado(pai da Olga Machado, não me lembro o seu nome); Zelito, esposo da Professora Diurita; os dois últimos, não consigo me lembrar quem são. Prof. Luis Carlos Ferreira

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:04
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Neste sábado

FESTA NA COHAB XAVANTE

Sábado, dia 23.08.08

 

A Igreja Católica Dom Bosco, CONVIDA á todos para participarem da

 

 VIII FESTA EM LOUVOR A DOM BOSCO

 

  dia 23 de agosto, sábado, a partir das 19h30

no Salão de Festas e Eventos da Cohab Xavante.

 

Leilão e show de prêmios

(colaboração para cartela  apenas R$ 5,00).

PARTICIPEM !

 

 

Igreja Dom Bosco

Cohab Xavante

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:01
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Educação em Debate

 

ENSINO EM POXORÉU

 

Mantendo o compromisso assumido pela equipe BlogPox, continuamos com o acompanhamento dos desempenhos de nossas escolas com o objetivo de manter sempre vivo o debate educacional e buscar uma forma de mobilização social em favor da melhoria da qualidade de ensino no município de Poxoréu.

 

Neste momento eleitoral, o debate educacional alerta aos candidatos a prefeito Ronan Figueiredo (PMDB) e Jane Maria (PP) e também aos demais candidatos a vereador. A seguir,logo abaixo, a avaliação do ensino fundamental do município, contribuição do mestre Suelme Biela Evangelista, e o comentário sobre o desempenho do ensino médio, de autoria do editor Batistão.

 

Embora acima da média nacional e estadual, entendemos que ainda é baixo o desempenho das nossas escolas e deveria melhorar. O momento eleitoral  precisa discutir e viabilizar alternativas para implementar medidas e mecanismos que possam propiciar o avanço e a melhoria constante do ensino em Poxoréu, para que os estudantes do município possam ter maior competitividade no vestibular e no mercado de trabalho.

 

(Equipe BlogPox)

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:42
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Artigo do Biela Parte I: Educação Fundamental

A educação em Poxoréu e o caso da farinha com açúcar para tapear a fome

 

 Suelme Biela Evangelista Fernandes

 

Aproveitando o gancho da matéria “O desafio da qualidade”, capa da Veja desta semana sobre o ensino brasileiro, apresento um recorte rápido sobre a situação educacional da rede municipal de Poxoréu para entendermos a realidade do município.

 

Trabalharei com algumas variáveis e dados oficiais do MEC: IDEB (Índice de Educação Básica) Prova Brasil, Censo Escolar e o Plano de Ações Articuladas elaborado pelos professores do município no mês de junho deste ano, do cruzamento destes dados fizemos algumas inferências qualitativas. Os dados estão disponíveis no sítio do Inep na Internet.

Falaremos um pouco do resultado apurado pelo Ideb, o mais completo índice da educação brasileira, uma combinação dos dados da qualidade de aprendizagem proficiência da Prova Brasil (que mede conhecimento dos alunos do 4ª e 8ª séries) e a taxa de aprovação dos alunos de Poxoréu no ensino fundamental.

 

A evolução da nota dos anos iniciais do ensino fundamental (da 1ª a 4ª série) de Poxoréu saltou de 2,9 em 2005 para 4,3 em 2007 e nos anos finais (5ª a 8ª série) de 3,4 para 3,8 no mesmo período, numa escala de zero a dez. A princípio este dado indica uma pequena melhora no desempenho das escolas. Porém, ainda é muito pouco. Qual seria sua reação, ao saber que seu filho tirou nota 4,3 numa prova que valia 10?

 

Apenas duas escolas do município de Poxoréu fizeram a Prova Brasil: a Escola Epaminondas Correia de Oliveira 45 alunos da  4ª  série e a Escola Profª  Odete de Oliveira Souza com 26 alunos da  8ª  série.

 

Veja o Quadro com a Síntese Comparativa dos indicadores de Poxoréu 2007, logo a seguir.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:06
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Artigo do Biela Parte II: Educação Fundamental

Quadro I: Síntese Comparativa dos indicadores de Poxoréu 2007- Ensino Fundamental

 

Indicadores                                         Brasil   MT  Poxoréu    Escala

Ideb Anos Iniciais                                4,2       4,4       4,3        De 0 a 10

Ideb Anos Finais                                  3,8       3,6       4,1        De 0 a 11

Português- Anos Iniciais                      171,4   172,91 175,56  Até 375

Matemática- Anos Iniciais                    189,14 189,41 194,36 Até 375

Português-Anos Finais             228,93 226,25 240,77 Até 375

Matemática- Anos Finais                     240,56 239,22 237,94 Até 375

Taxa de Aprovação Anos Iniciais        78,1     90,2     88,4     Até 100%

Taxa de Aprovação Anos Finais          73,2     83,3     84,6     Até 100%

 

Fonte Inep/MEC e Censo Escolar. Acessado em 19.08.2008.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:05
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Artigo do Biela Parte III: Educação Fundamental

A educação em Poxoréu e o caso da farinha com açúcar para tapear a fome

 

Suelme Biela Evangelista Fernandes

 

Os desempenhos nas disciplina de português e matemática dos alunos da 4ª série da Escola Epaminondas Correia de Oliveira (português 175,56 pontos, média 46,8%; matemática 194,36 pontos, média 51,82%)  e da 8ª  série da Escola Profª  Odete de Oliveira Souza (português 240,77 pontos, média 64,20%; matemática 237,94 pontos, média 63,45%), em comparação com a escala máxima de pontuação (375, média 100%). Contudo, ainda assim, está um pouco melhor em relação ao cenário estadual e nacional (ver Quadro I acima).

 

Ambas as disciplinas têm resultados poucos satisfatórios, embora compatíveis com as médias nacionais e estaduais.

 

O crescimento do Ideb de Poxoréu em 2007 tem haver com o aumento do percentual de aprovação e não com a qualidade da aprendizagem, pelo menos é o que indica os dados do Quadro I. Ao observarmos as taxas de aprovação comparando 2005-2007, obtemos respectivamente os seguintes resultados para os anos iniciais 70,5% em 2005 que subiu para 84,6% em 2007, e nos anos finais de 74,3% foi para 84,6%.

 

Os resultados demonstram amiúde que os alunos do ensino fundamental são aprovados, porém sem uma boa qualidade na aprendizagem e que o responsável pela melhoria no Ideb foi à taxa de aprovação que aumentou em 2007. A melhoria da qualidade da educação implica em investimentos efetivos no pedagógico e na rede física das escolas. Para alcançar a qualidade social desejável deve ultrapassar o mínimo do obrigatório constitucional (25% da arrecadação).

 

Aprovar aluno é fácil, complexo é ensinar!

 

Considerei a média do Ideb razoável, pois se observarmos as condições de funcionamento da rede municipal o resultado poderia ser pior. No diagnóstico realizado no município de Poxoréu pela Seduc/MEC, dentro do PAR - Plano de Ações Articuladas disponível na Internet, constatamos uma situação precária no funcionamento da maioria das escolas em se comparando com outros municípios de menor porte financeiro e populacional. Veja alguns destes resultados:

 

1-Os Conselhos de controle social externo da educação, da alimentação escolar e dos repasses do Fundeb não são atuantes apesar da exigência legal;

2. Apesar de existir lei orgânica garantido gestão democrática nas escolas, nenhuma escola elege seu diretor, que é feita por indicação política e apenas 3 das 10 escolas da rede possuem o direito ao cargo de diretor;

3. Inexiste o conselho, o plano municipal de educação do município e projeto pedagógico das escolas;

4. O Plano de carreira do magistério precisa ser reestruturado, pois os salários estão defasados financeiramente, não existe licença para qualificação dos professores e os profissionais de apoio a educação das escolas (vigias, merendeiras...) não possuem carreira própria;

5. Nenhuma das 10 escolas possui biblioteca, laboratórios de informática e ciências, refeitórios equipamentos para cozinha e espaço apropriado para armazenar merenda;

6. Inexiste atendimento especializado para criança com necessidade especial e as escolas não possuem adaptação para pessoas com deficiência conforme determina a lei;

7. Não houve capacitação para professores e tão pouco para profissionais de apoio nos últimos anos em nenhuma etapa da educação básica (1 ª a 4 ª e 5 ª a 8 ª séries);

8. Apenas uma escola das 10 existentes possui quadra de esportes e precisa de reparos;

9. O município não possui nenhuma creche exclusiva apenas ajuda uma filantrópica;

10. Apenas 4 das 10 escolas possuem coordenadores pedagógicos as demais são orientados pela equipe da secretaria;

11. Apesar de 19,5 % da  população ser analfabeta a rede municipal  não atende esta demanda (EJA).

 

Quando vejo em Poxoréu a exploração sexual e o trabalho infantil alastrado nos bairros pobres da cidade, o consumo de drogas, a violência nos bares da periferia e jovens se vendendo como cabo eleitorais, penso que muitos não tiveram a oportunidade de freqüentar uma escola de qualidade ou até freqüentaram, mas não aprenderam quase nada! É claro que não podemos desconsiderar as poucas e boas iniciativas de alguns profissionais e de algumas escolas de Poxoréu! Mas precisamos melhorar muito.

Antigamente em Poxoréu quando uma criança pobre sentia vontade de comer doce, a mãe dava farinha com açúcar para tapear a fome!

 

Naquela época, escola nem servia pra ensinar muita coisa e nem saciar a fome das crianças. Passados mais de 28 anos, muita coisa mudou e a educação se tornou obrigação de Estado, um direito de todos e, principalmente, o  direito a aprender das crianças.

 

Usei esta metáfora para afirmar que a qualidade de educação oferecida pelo município de Poxoréu às nossas crianças durante todo este tempo foi farinha com açúcar para tapear a fome!

 

Resta-nos a reflexão: quais são as propostas dos atuais candidatos para mudar a realidade da educação de Poxoréu? Esta é mais uma das perguntas que devemos fazer no debate público e cobrar dos candidatos a prefeito e vereador. (A propósito, veja o comentário do Batistão sobre o Enen 2007, logo abaixo).

 

Suelme Biela Evangelista Fernandes é poxoreense, professor, historiador, mestre e doutorando.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:03
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Artigo do Batistão: Ensino Médio em Poxoréu

ESCOLA AGROPECUÁRIA CIDADE DOS MEINOS CONTINUA EM PRIMEIRO LUGAR.

 

Escola Franklin Cassiano sobe para a segunda posição e Escola Padre César cai para a terceira, seguida de perto pela Escola Argemiro Pimentel.

 

 

Em abril passado, o Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o resultado das médias de desempenho obtidas pelos alunos no na classificação do ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio realizado em 2007, detalhando o resultado por escola.

 

No ENEM de 2007, o município de Poxoréu contou com a participação de quatro escolas e teve um desempenho médio geral de 52,26 (contra 43,80, em 2006), um pouco acima da média nacional do Brasil 51,27 (42,55, em 2006), e do Estado de Mato Groso 47,59 (38,85, em 2006) – veja detalhes no quadro divulgado, em 07.04.2008, logo abaixo.

 

Conforme o resultado do ENEM-2007, em Poxoréu, o primeiro lugar (como já era esperado),  ficou com a Escola Agropecuária Cidade dos Meninos (média 59,77 - contra 46,20, em 2006), o segundo lugar com a Escola Franklin Cassiano (média 49.95 – não participou em 2006), o terceiro lugar com a Escola Estadual Padre César Albisetti (média 49,74 - contra 43,46, em 2006) e o quarto lugar com a Escola Estadual Argemiro Pimentel de Paraíso do Leste (média 49,63 - contra 41,75 em 2006).

 

O desempenho geral de Poxoréu subiu em 2007 (média 52,26), quando comparado com os resultados de 2006 (média de 43,80) e 2005 (média 48,98), mais precisa melhorar e melhorar muito. (Para se ter uma idéia, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso – CETEF-MT, antiga Escola Técnica Federal – ETF-MT, em Cuiabá, obteve média de 67,51 em 2007). As escolas de Poxoréu têm um quadro de profissionais supercompetente. Com um pequeno esforço e incentivo de todos - diretores,professores, alunos, pais, autoridades políticas – seria possível, Poxoréu conquistar uma média próxima a 60,00, nos próximos exames do ENEM.  

 

O BlogPox continuará acompanhando o desempenho das nossas escolas, com o objetivo de manter o debate e buscar uma forma de mobilização em favor da melhoria da qualidade de ensino no município de Poxoréu. A nossa média geral de 2007 (52,26, na escala de zero a 100), embora acima da média nacional e estadual, ainda é baixa e precisa melhorar, para que os estudantes posam ter melhor competitividade no vestibular e no mercado de trabalho.

 

(Batistão)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:58
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Poxoréu Resultado Enen 2007


Notas Médias do Enem Município de Poxoréu e por Escolas
dos Alunos Concluintes do Ensino Médio - Enen 2007
UF: Mato Grosso
Município: POXOREU
Localização: TODAS
Rede de Ensino: TODAS
Dep. Administrativa: TODAS
Modalidade de Ensino: TODAS
MÉDIAS
 
BRASIL
UF
MUNICÍPIO
Média da Prova Objetiva
48,827 44,956 47,153
Média Total (redação e prova objetiva)
51,670 47,975 52,425
Média da Prova Objetiva com correção de participação
48,278 44,431 46,940
Média Total (redação e prova objetiva) com correção de participação
51,276 47,597 52,268
Nota Técnica: Método de correção Arquivo em Formato PDF



 
Localização
Dep. Administrativa Modalidade de Ensino* Código da Escola Nome da Escola Número de Matrículas Número de Participantes MÉDIAS** MÉDIAS COM CORREÇÃO
DE PARTICIPAÇÃO
**
Prova Objetiva (média) Redação e Prova Objetiva (média) Prova Objetiva Redação e Prova Objetiva
Rural Estadual EMR 51048728 EEEB FRANKLIN CASSIANO 24 16 45.54 50.18 45.21 49.95
Urbana Estadual EMR 51048582 EE PE. CESAR ALBISETTI 133 83 43.58 50.01 43.24 49.74
Urbana Estadual EMR 51048736 EEPG ARGEMIRO R. PIMENTEL 19 17 47.06 49.71 46.95 49.63
Urbana Estadual EMR 51048671 EEPG PRES. DUTRA 10 4 SC SC SC SC
Rural Privada EMP 51054469 ESCOLA AGROPECUARIA CIDADE DOS MENINOS 33 31 52.43 59.8 52.36 59.75
Nota:

* 'EMR': Ensino Médio Regular
* 'EJA': Educação de Jovens e Adultos
* 'EMP': Ensino Médio Profissionalizante
** 'SC': Sem Conceito (menos de 10 alunos concluintes, participantes do ENEM em 2007 ou menos de 10 alunos matriculados na escola segundo a declaração no Censo Escolar de 2007)




Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:56
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7º Dia de Hugo Morbeck

Convite da missa de 7º dia de Hugo Morbeck

 

Sensivelmente agradecidos pelo apoio e o carinho recebido no momento que precisávamos contar com os amigos na despedida terrena de HUGO MORBECK, falecido na última quinta-feira, dia 14 de agosto, a Família Morbeck Silva convida os amigos e parentes para a Missa de 7º dia a ser realizada nesta quarta-feira, dia 20, às 19:00h, na Igreja Mãe dos Homens, na Praça Santos Dumont em Cuiabá.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:40
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Debate eleitoral

DOS COMÍCIOS AO DEBATE

 

Como já dito e propalado, “POXORÉU, TERRA BOA PRA SE VIVER EM ÉPOCA DE ELEIÇÃO”, assim o é, muito provavelmente ante a riqueza, a diversidade de situações, articulações, artimanhas, armadilhas, verdades e mentiras, ditas, afirmadas, prometidas e, certamente jamais cumpridas.

 

A experiência vivida das falsidades, é FATO.

As promessas de palanques jamais cumpridas, é FATO.

A necessidade de alternativas para sobreviver, é FATO.

 

Em assim sendo, por que não trazer os candidatos para um debate democraticamente aberto????

 

No mínimo, o espaço servirá para que se possa ver, ouvir e quem sabe, mensurar o grau de seriedade e comprometimento dos candidatos, pois, em algum momento, espero que falem de verdade, se comprometam com sinceridade, haja vista que de falsas promessas, nós estamos fartos – CHEGA.

 

Em assim sendo, conclamo a Rádio GAZETA FM, a UPE, o SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS, O SINDICATO DOS FUNCIONÁRIOS DA MUNICIPALIDADE, OS PROFESSORES, OS ESTUDANTES, A SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA, A IGREJA (católica, protestante, evangélicos), para promover DEBATE JÁ.

 

FAÇAMOS HOJE, POIS AMANHÃ SERÁ TARDE, POXORÉU NÃO PODE ESPERAR.

 

Ruy Nogueira Barbosa

Engenheiro Agrônomo;

Advogado pós-graduado (Processo Civil);

Pós-graduando em Direito Ambiental

 ruynogueirapoxoreo@hotmail.com

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:07
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Festa no CJ

VIII FESTA DA PRIMAVERA

Centro Juvenil

Dias 05 e 06 de setembro de 2008

 

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 11:19
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Causos do Batistão

AS PINGAS E AS CAMPANHAS POLÍTICAS

 

  

As pinguinhas que eu bebo, as pinguinhas que meus amigos do Dernat bebem,  não são custeadas com  dinheiro público. (Poxoréu, novembro de 1988, resposta aos politiqueiros  que acusavam os funcionários do Dermat de beberões).

 

No primeiro alambique tomei uma dose. No segundo alambique tomei duas doses. No terceiro alambique, juntamente com meu amigo Denis PC Araújo que veio de Cuiabá, tomei três doses. Imaginem vocês quando chegamos no décimo alambique?! Quando chegamos no décimo alambique, eu acordei. O sonho acabou. Não tinha alambiques. Não tinha pinga. Não tinha empregos. Não tinha fábrica de cadernos. Não tinha fábrica de alumínio.  Não tinha nada. Tudo não passou de uma falsa promessa eleitoreira, de construir dez alambiques, trazer fabrica de caderno, fabrica de alumínio e outras maluquices e gerar mais mil empregos em Poxoréu, realizadas por um candidato a prefeito em 1996, e após ganhar a eleição esqueceu rapidamente do prometido, não construiu nada  e agora vem com novas promessas eleitoreiras! (Poxoréu, setembro de 2000 – nada a ver com as promessas eleitoreiras da campanha atual de  2008).

 

Estas palavras foram pronunciadas pelo Batistão, quando metido à político,  em campanhas de  1988 e 2000, em Poxoréu.

 

Não obstante as críticas de alguns, todos bebedores da caninha de mesma fonte,  Batistão nunca escondeu que era da turma do Bar Havaí, e bebia algumas...  Sobrando um pequeno tempinho nas horas vagas para trabalhar, estudar e concluir três cursos universitários, e uma pós-graduação... Batistão nunca levou em consideração as críticas retrógradas de  semi-analfabetos políticos, na concepção de Antonio Gramsci, pensador político italiano, pensamento compartilhado pelo nosso outro amigo, Antonio, de nome Lélis, poxoreense porreta, "intelectual  orgânico e político gramsciniano", um filho  de garimpeiro, um legítimo  membro do povo.

   

Deixemos à política de lado, pois não é esse o assunto principal do nosso causo.

 

O que queríamos registrar é que a maioria dos políticos bebe, e alguns usam drogas, para ter a coragem de falar em comícios.

 

Teve um caso no Alto Coité, que o candidato a vereador era iniciante, novato na coisa de palanque. Era dia de sua estréia. Estava nervoso. Muito nervoso. Ao ver o amigo Ruy Nogueira,  ele foi logo pedindo ajuda: "já tomei uma, e o nervosismo não passa!". Tome outra que a coragem chega, aconselha Ruy. O candidato tomou  mais uma, mais duas e nada. Até que o Suelme Biela falou: é, se não tomar cuidado pode até virar alcoólatra, mas político esse aí vira não!   

 

O novato nunca mais foi candidato, para a graça de sua família.

 

Não vou comentar os comícios do candidato a prefeito que  bebia, e bebia muito, whisky do bom ou nem tanto.

 

Não vou comentar o caso do  deputado que disputava a reeleição e usava droga, "na boa, seu mano", antes de subir ao palanque.

 

Não, não matarei a curiosidade. Não falarei nomes! 

 

Afinal das contas, este é apenas um causo! 

 

(Batistão, com adaptação do original publicado neste espaço em 19.02.2004)

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:45
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Eleições 2008

Presidente do TSE orienta que eleitores pesquisem sobre o passado dos candidatos a prefeito e vereador

 

“Antes de votar, pesquise o passado dos candidatos,

porque o desinteresse dos eleitores facilita a corrupção

e a eleição dos maus políticos”

 

“Perder uma oportunidade pode fazer você perder

 muito tempo. Se, nas próximas eleições, você não escolher

os melhores candidatos Poxoréu vai perder

 quatro anos. E quatro anos é muito tempo”

 

 

Em recente pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Ayres Britto, recomendou aos eleitores que votem em candidatos que tenham o passado limpo. Defensor da tese de que candidatos com processos na Justiça devem ser proibidos de se candidatar, Britto advertiu que os eleitores devem buscar o máximo de informações sobre a vida dos políticos antes de decidir em quem votar.

 

“Votar com todo entusiasmo, toda alegria, toda liberdade, toda atenção, dando um chega pra lá nos compradores de votos e buscando o máximo de informação quanto ao candidato mais democrático. Mais democrático e de vida moralmente limpa, além de comprovadamente capaz de conduzir os destinos do seu município, isso porque o futuro do seu município, eleitor, será o seu próprio futuro”, afirmou o ministro no pronunciamento. Nas peças  publicitárias veiculadas nas rádios, a recomendação é reforçada. “Antes de votar, pesquise o passado dos candidatos, porque o desinteresse dos eleitores facilita a corrupção e a eleição dos maus políticos”, diz um locutor.

 

A propaganda de rádio e TV do TSE prima pelo coloquialismo e ressaltou que o voto dado a um mau candidato pode ser uma perda de tempo para a cidade. “Perder uma oportunidade pode fazer você perder muito tempo. Se, nas próximas eleições, você não escolher os melhores candidatos, por exemplo, a sua cidade vai perder quatro anos. E quatro anos é muito tempo”, diz o texto. No pronunciamento, o ministro Britto afirmou que, caso o voto seja ruim, os quatro anos da gestão de um prefeito, por exemplo, podem se arrastar.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:13
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Carta ao Leitor, Revista VEJA

O desafio da qualidade

Pedro Rubens

É uma conquista civilizatória para o Brasil ter a imensa maioria das crianças em idade escolar com acesso às salas de aula, merenda e recebendo de graça do governo a cada ano mais de 100 milhões de livros didáticos. Está vencida a barreira da quantidade. Agora, chegou o momento de enfrentar um desafio mais complexo, o do aumento drástico da qualidade da educação. Não se pode aceitar mais que os sistemas educacionais público e privado continuem produzindo estudantes incapazes de compreender um texto e de realizar com destreza as operações aritméticas, portais de uma vida profissional e pessoal plena.

 

Nesse campo, felizmente, depois de décadas de negligência surgem os primeiros e incipientes sinais de que a curva da qualidade está começando a inflexionar para cima. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador do MEC para aferir o nível do ensino, deu sinais de melhora. Em 2007, a nota média das primeiras séries do ensino fundamental foi 4,2. Em 2005, havia sido apenas 3,8. As notas no Enem, prova aplicada pelo MEC aos estudantes do ensino médio, também avançaram. De 37 para 51 (em uma escala de 0 a 100). Uma melhora, portanto, de 38%. Bom? Sem dúvida. Suficiente? Nem pensar. No último ranking internacional mais respeitado, os estudantes do Brasil aparecem em situações vexaminosas – 53º lugar em matemática e 52º em ciências em uma lista de 57 países.

 

Para que a curva da qualidade se mantenha em alta, uma série de condições precisa ser preenchida. Uma reportagem da presente edição de VEJA aponta algumas delas. A mais importante brotou de uma pesquisa encomendada pela revista ao CNT/Sensus e diz respeito ao grau de consciência de que o ensino vai mal. Essa consciência simplesmente não existe. A pesquisa revela que 90% dos professores se acham muito bem preparados para dar aulas e que 89% dos pais com filhos em escolas particulares consideram que eles estão recebendo educação adequada. A experiência internacional mostra que a mediocridade se perpetua enquanto os pais acreditam que o sistema está uma maravilha. Não está. É hora de acordar e cobrar.

 

(Revista VEJA, Edição 2074, 20/08/08)

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:11
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Do leitor

 

COMENTÁRIOS

 

O meu intelectotum amigo Jean-Louis, com seu olhar europeu sobre nossas tropicais quizilas mono-oligo-eleitoreiras sempre terá outra visão acerca do que qualquer outra pessoa escrever que destoe de seu pensamento anárquico-sócio-agnóstico-político. Concordo em muito do que diz. Infelizmente, discordo de sua quiçá impalpável imparcialidade na "análise sociológica". Entretanto, como diria a filosófica poesia que adentra nossos lares através do aparelho de luz mágica azul, "Ado, aado, cada um no seu quadrado". Salve, Jean! Viva o Biela! Desce mais uma, Dona Vani, do bar Havaí (à memória do Genésio)! Viva o Lança-perfume do Alfredo! Saudosas putas da Rua Bahia! O resto, é votar mesmo! E rezar pelo futuro! Saravá, Pereirão e Ana do Congá! Quem ficar bravo, meu amigo Aurélio (aqui quase crucificado) manda capar!!! é MI por cima de SI sem dó!

 

Edinaldo

edy.pereira@ibest.com.br

NQPx

 

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Parabéns Socorro! Depois dessas sinceras colocações, nada mais a acrescentar acerca da honradez, caráter e dignidade da distinta família João Sinval de Figueiredo. Permita-me apenas testemunhar que conheci o Ronam em 1974 e desde essa época -- ele ainda criança -- até os dias atuais, nunca soube de qualquer ato por esse praticado, seja ele na função pública ou privada, que desabonasse a sua ilibada conduta. Ronam! o Rochinha dizia "que os adversários precisavam aprender a perder com dignidade". Pena que ele não teve saúde suficiente para ensinar esse "beabá" à sua nora, ora candidata, em absoluta queda livre nas últimas pesquisas. Até a vitória com as bênçãos de Deus.

Antônio Santos | Poxoréo - MT |

 

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A prática é o melhor critério da verdade, ensinavam os filósofos. De notório conhecimento público, Ronan Figueiredo sempre demonstrou idoneidade moral, financeira e probidade administrativa na realização dos seus negócios particulares e profissionais. Trabalhei com ele no Banco e posso afirmar que Ronan é uma pessoa leal e honrada!

 

João Batista Barbosa

barbosa.jbab@uol.com.br

 

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Tenho acompanhado assiduamente as noticias vinculadas no Blog Poxoréu, acho que os internautas que acessam estão cada vez mais participativos. Admiro a postura da turma e gostaria de dizer que concordo plenamente com a maioria das matérias assinadas pelo blog, também estou gostando muito da participação do Biela, contado os "causos" de Poxoréu, assim que tiver a  oportunidade  manda uns daqueles do Bar Havaí, lembra da cerveja que muitos sentem saudades.                                                             

                                                                             

Um abraço e mais uma vez parabéns por mostrar aos nossos conterrâneos o verdadeiro significado da palavra "DEMOCRACIA".  

   

JOHN ELTON VIEIRA

(Tim do Té)                                       



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:41
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Reminiscências de Poxoréu

A minha Macondo

 

 

Alfredo da Mota Menezes

 

Tomei uns tragos e fui dormir cedo. Acordei com o dia amanhecendo. Fiquei na cama um tempo ainda. E num acorda e cochila, não sei se era sonho ou realidade aquele monte de coisas que passavam por minha cabeça. Lembrei de fatos lá de longe (de Poxoréo).

 

Lembrei da história do homem que assoviava para chamar cobra. Lembrei das conversas sobre homens de corpo fechado. Não tinha bala ou facada que entrava neles. Lembrei de uma tal de arca caída. A benzedeira resolvia tudo. Lembrei da história do cara que veio da Bahia a pé para os garimpos (de Poxoréo). Bamburrou e voltou a pé a Bom Jesus da Lapa para cumprir uma promessa.

 

Lembrei do sujeito que cedinho pediu uma cerveja num bar. Eu o vi lá. Tomou um copo e derramou formicida tatu no outro. E do outro que se suicidou e pediu que o serviço de alto falante (Voz Social), durante seu enterro, tocasse sem parar a música "Saudade de Matão". Tocaram o diabo da música por horas.

 

Lembrei também dos casos de valentia. Um cara, lá pelas bandas do garimpo do Gatinho (Alto Paraguai), era de uma valentia incomum. Um dia estava na rua com sua filhinha nos braços e a polícia o cerca. Ele, calmamente, de revólver em punho, com a filha sem emitir um choro, enfrentou os policiais no tiro. Matou dois, feriu mais um. Foi para casa, deixou a filha com a mulher e sumiu no mundo. A filha continuava calma como a calma do pai.

 

Um garimpeiro era amante de uma mulher da zona (Rua Bahia). Quando ele ia para o garimpo durante a semana ela dava seus pulos. Um dia ele voltou antes da hora e esperou o outro sair do quarto de sua companheira. Quando saiu a mulher logo correu.

 

Os dois sujeitos sacaram dos revólveres e foram caminhando calmamente um para o outro e atirando. Ninguém negaceou o corpo, se escondeu, gritou ou falou palavrão. Só atiravam. Os dois caíram, arrastaram um para o outro e trocaram coronhada até caírem de lado mortos. Por causa de uma nada formosa rapariga.

 

 

Lembrei o cabaré Tudo Azul que não fechava nunca. E que sete dias por semana tinha música tocando, de preferência nordestina. Também dali saíam muitos tiros para o ar ou para resolver alguma encrenca.

 

Mataram o juiz. Foi um alvoroço. Naquela época mandava no Estado o PSD. A polícia da cidade e até o juiz era desse lado. A UDN havia ganho o novo governo e o governador tomaria posse no outro dia. Os líderes da UDN estavam todos em Cuiabá para a posse. Quando voltaram de lá trouxeram a sua polícia e o novo delegado já nomeado. Até hoje não se sabe quem mandou matar o coitado do juiz.

 

Lembrei do cinema que exibia filmes todos os dias (Cine Roma). E que passava antes dos filmes os "jornais". E estes, interessantemente, eram de jogo de golfe, patinação na neve, disputas de jogos de invernos. Deveriam vir com os filmes e a dona do cinema passava junto. Não lembro se falavam em inglês ou em português. Golfe e jogos na neve.

 

Lembrei das missas onde, como coroinha, ajudava os padres e respondia o que ele dizia em latim estropiado (Igreja São João Batista). Não lembrei de ninguém que criasse cachorro.

 

Lembrei do caso dos dois irmãos. Um era atacante, o outro goleiro. O atacante tinha um chute potentíssimo. Foi bater um pênalti, falou para o irmão não ir na bola. O outro foi, a encaixa e morre com ela enfiada no peito. Lembrei do campo de futebol que, sem dar nada em troca, um prefeito o tomou para construir uma escola (Escola 7 de Setembro, local hoje ocupado pela Escola Julio Müller).

 

Lembrei que quase todos guris andavam descalços. As famílias de parte deles, lá pelas cinco da tarde, os obrigavam a usar sapatos. Jantavam com sapatos. No almoço não.

 

Lembrei da divisão das pessoas na escola primária. Um grupo, seja homem ou mulher, estudava no colégio das freiras ( no Externato São José, os de família de maior renda). O outro no grupo escolar ( Escola Estadual Coronel Julio Müller”, os de família de menor renda). A divisão se fazia pelo dinheiro desde cedo. Essa divisão acabava no campo de futebol e nas diversões de infância. Tudo era igual.

 

Lembrei das rodas de conversas sobre futebol, das fofocas, piadas e deboches ou que a mulher de fulano está dando. Lembrei do Carnaval, do lança-perfume e do rum com coca-cola (no Diamante Clube). Lembrei ainda que...

 

Pulei da cama. Não sei se aquilo tudo foi sonho ou realidade. Não importa...

 

Alfredo da Mota Menezes é historiador e escritor E-mail: pox@terra.com.br

 

(Artigo original publicado no Jornal A GAZETA, em 28/02/06. As notas “entre parêntesis” foram incluídas na transcrição para o BlogPox, a fim de facilitar a identificação “das coisas poxoreenses”)

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:29
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Festa na Cohab

FESTA NA COHAB XAVANTE

Dia 23.08.08

 

A Igreja Católica Dom Bosco, CONVIDA á todos para participarem da

 

 VIII FESTA EM LOUVOR A DOM BOSCO

 

  dia 23 de agosto, sábado, a partir das 19h30

no Salão de Festas e Eventos da Cohab Xavante.

 

Leilão e show de prêmios

(colaboração para cartela  apenas R$ 5,00).

PARTICIPEM !

 

 

Igreja Dom Bosco

Cohab Xavante

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:22
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OPINIÃO Jean-Louis

Lampiões e Coronéis

 

Jean-Louis Van der Stock

 

Achei muito interessante o artigo do Suelme Biela Fernandes, que,como outros anteriores, é muito bem escrito, e fazendo uma leitura límpida do sistema hierárquico e sócio-econômico do garimpo, pelo menos como existia em Poxoréo.

 

Quando passa a analise política, penso que o amigo Biela, simplifica por demais a abordagem, e apela para essas espécies de ‘grandes paradigmas místicos’ do coronelismo, e dos currais eleitorais, que não são mais adequados para a situação atual.

 

Não me massacrem ainda, pois pretendo explicar.

 

A respeito do assunto histórico ’Coronelismo’, reconheço que não tenho conhecimentos suficientes para debater sobre o assunto, apenas podemos salientar que não é um fenômeno que se restringe ao garimpo, ele atravessa toda a sociedade brasileira, até uma época não muito distante. O que eu argumento, é que essa referencia não é suficiente para explicar o presente.

 

Essa organização sócio hierárquica, não existe mais, explodiu com a falência do garimpo, no começo dos anos 90.

 

A estruturação sócio econômica que emerge dessa falência, é muito diferente, evoluiu-se de um sistema ‘capitalista brutal’, onde os lucros as vezes espantosos que permite a mineração de diamante, era a mola mestre da atividade econômica, e onde a administração municipal, no fim das contas, era coisa de pouca monte. Passou-se a uma sociedade onde os setores economicamente produtivos, estão capengando, (não ouvi falar de nenhuma empresa afluente ou com mais de uma dezena de funcionários, aqui em Poxoréo), o setor que tem os melhores resultados, é o da pecuária de corte a campo, conhecida por ser pouco empregadora.

 

Ao mesmo tempo em que o setor público (com centenas de funcionários, aposentados e beneficiários de programas públicos), toma uma importância cada vez maior na composição da base monetária que circula no município. (Faço a ressalva que considero a sede do município com os distritos, excetuando a região do planalto próxima a Primavera do Leste).

 

A argumentação da bipolaridade política, também me parece merecedora de uma analise mais aprofundada. Se estudamos um pouco os sistemas políticos desenvolvido sobre as bases democráticas do voto dos cidadãos, notaremos que a maioria, evoluiu para sistemas fortemente ‘bi-polarizados’, Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, para citar alguns, e que os sistemas mais ‘democráticos’ com numerosos partidos fortes, como a Itália, Bélgica, Suíça e paises escandinavas têm tendências a serem muito mais instáveis politicamente, (os governos caiem com freqüência). É um vasto debate, é não é correto dizer que um seja a princípio melhor que o outro.

 

Acho que é igualmente inexato dizer que as ‘famílias’ determinam a eleição, forças sociais muito mais complexas que esse conceito arcaico de família toda poderosa, são os motores do jogo político e social.

 

 Temos naturalmente grupos de pessoas que se reúnem em volta de uma ótica de gestão do ‘bem público’ e dos ‘interesses coletivos’. Considerando a ambigüidade atual das siglas ideológicas, é mais seguro analisar as propostas de cada grupo, e desenvolver critérios objetivos para a escolha do dia 5 de outubro. 

Dizer que: nós somos os bons porque descendentes dos lampiões do garimpo, e eles são os maus, porque descendentes dos malvados coronéis oligárquicos e decadentes. ....Ai amigo Biela estas extrapolando !!! Fala sério .....

 

Por outro lado, acho excelente a sugestão de um grande debate para “construir um projeto rumo aos 100 anos da cidade”.

 

O grupo dos que chamaria dos’ poetas e amigos longínquos de Poxoréo’ que respeito pelo seu interesse pelo município natal, tem uma atitude saudosista, em relação a cidade, e não tem uma consciência clara do quanto o município evoluiu desde que eles foram para ‘outras bandas’. Isto é compreensível, mas é preciso uma leitura mais apurada dos fatos para analisar qual conjunto de ações será mais benéfico para o município.

 

Jean-Louis Van der Stock  é arquiteto.

E-mail: vvstock@gmail.com

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:10
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Apoio a Jane

JANE MUNICIPALISTA

 

 PROF. LUIS CARLOS FERREIRA

 

Preste Muita Atenção No Que Vou Lhe Dizer Agora:

A Nossa Candidata É Brasileira... Ela Não É De Fora.

Por Isso, Vá À Urna E Deposite O Seu Voto Agora...

 

Quem Disse Que A Jane Tinha Ido Embora,

Não Sabe Que Ela Foi Mais Veio Sem Demora

Porque É Poxoréu O Lugar Que Ela Adora.

 

Jane Sempre Foi Boa Pessoa E Não Te Ignora.

Poxoréu Vai Ganhar Muito Com Esta Senhora!

Por Isso, Vá À Urna E Deposite O Seu Voto Agora...

 

Quem Tanto Esperou Que Chegasse A Hora

De Ver Pro Município Alguma Melhora,

É Só Votar Em Jane – Logo Sem Demora.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:56
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Artigo do Biela Parte I

Cabrito bom não berra!

A cultura garimpeira e seus reflexos na política atual

 

Suelme Biela E. Fernandes

 

Ao buscar as raízes históricas das práticas políticas antigas de Poxoréu chegamos a algumas análises sociológicas do fenômeno do coronelismo na região, desde seu surgimento até os dias atuais. Para o estudo, utilizamos uma interpretação a partir das categorias sociais que compõem o mosaico das relações no garimpo, suas hierarquias e status.

A vida em uma sociedade garimpeira tem várias leis não escritas e costumes que primam pela submissão total nas relações de trabalho, constituindo a base da política do coronelismo e dos famosos currais eleitorais, onde os votos são angariados através de complexas relações políticas que brotaram com a cultura do garimpo, profissão artesanal estruturada por famílias tradicionais e grandes mandões locais.

No topo da estrutura produtiva do garimpo temos o exportador de diamante ou diamantário que alimenta toda a cadeia de exploração do garimpo, que compra os diamantes dos capangueiros e revende no exterior (RJ, Amsterdã na Holanda ou em Israel).

Antigamente, estes diamantários  eram forasteiros viajantes (e até estrangeiros) que apareciam em aviões, esbanjando anéis de brilhantes e muito dinheiro para fazer a compra de pedras preciosas. A origem e informações pessoais de alguns continuam sob o manto dos mistérios.

Abaixo do exportador, nesta hierarquia vertical, tinha o comprador de diamantes local, também conhecido como capangueiro, pessoas que por indicação do proprietário das terras obrigatoriamente analisavam em primeira preferência os diamantes, eram o primeira vista. No entanto, o proprietário da terra poderia acumular as duas funções (explorar a terra e comprar diamantes).

Os capangueiros têm relações diretas e pessoais com os diamantários. Trocam presentes, viram compadres e tem verdadeira parceria nos negócios de diamantes. São solidários nas compras boas e também nas ruins. Participam e dão cobertura aos eventuais prejuízos relativos às oscilações da cotação do diamante no mercado internacional, além de financiarem as compras locais. Sempre houve, contudo, um mistério sobre a margem de lucros destes dois segmentos (do diamantário e do capangueiro) mas, certamente, eram muito altos.

Para entender esta rede social é preciso falar um pouco dos meios de produção do garimpo. Geralmente, as terras de lavras diamantíferas não pertenciam aos garimpeiros. Estes, em sua maioria desprovidos de quaisquer posses, pediam para abrir uma frente de serviço nos locais que tinha maior influencia ou mancha de diamantes e os proprietários ou possuidores das terras autorizavam a exploração de sua área.

Feito este contrato informal de parceria, ao pegar o diamante o garimpeiro pagava o dízimo pelo uso da terra, quase uma troca de favores nos dias atuais: se fosse garimpo a seco a chamada porcentagem era de 10% do total bruto da venda do diamante; se fosse com batido d’água (rego d’água) mais 10%; além do direito do proprietário da terra ser o primeira vista ou sugerir quem fosse para a preferência na compra do diamante garimpado.

Esta regra do fio de bigode quase nunca era rompida, apesar de inexistir o contrato formal da parceria. O compromisso geralmente era cumprido e existia uma gratidão do garimpeiro pela benevolência do proprietário, algumas vezes também patrão no garimpo de meia-praça – pratica que o patrão garantia a alimentação e as ferramentas para o garimpeiro, mediante a divisão meio-a-meio do diamante encontrado.

Porém, há registros informais de muitos casos de ocultação e desvio da produção de diamantes. Para burlar a regra local, o garimpeiro afirmava maliciosamente que queimou a cata (não pegou diamante) ou, para indevida vantagem, escondia alguns diamantes de valor maior para repassar menor valor ao proprietário da terra na sua  porcentagem, ou até mesmo fugia da cidade com todos os diamantes. Se pego ou descoberto, tais práticas poderiam levar até a morte do garimpeiro infrator. Assim era a Justiça do Catreado. 

Quanto aos diamantes ocultados, escondidos, se tentassem vendê-los “por fora”,  no mercado local havia uma rede de solidariedade e cumplicidade entre os capangueiros que quase sempre denunciavam o espertalhão para os proprietários de terras e, como pena pela prática indevida contra os costumes, poderiam os garimpeiros infratores ficar sem terra para trabalhar o resto da vida, afora outros tipos de ameaças.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:17
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Artigo do Biela Parte II

Cabrito bom não berra!

A cultura garimpeira e seus reflexos na política atual

 

Suelme Biela E. Fernandes

 

Cresci vendo meu pai com medo de minhas participações políticas (coisas que gostava muito, desde a entrada no movimento estudantil) e até hoje vejo muito medo nas pessoas da cidade quando deparam com essas questões - talvez esteja aqui uma das raízes que sustentam o comportamento político local. Tem um papo em época de eleição de vamos dividir os votos da família para agradar a todos ou de não se indispor com ninguém. Este comportamento revela no fundo um medo de se posicionar politicamente ou de ter que precisar dos favorecimentos familiares dos coronéis da política ou  da máquina pública no futuro.

Voltando as hierarquias, os estatutos e normas imperativas não escritas do garimpo davam preferência aos capangueiros primeira vista para a avaliação e primeira oferta de preço do diamante, e se o garimpeiro não concordasse  poderia ele correr a praça, ou seja, procurar no mercado local preço melhor.

Geralmente o primeira vista colocava um preço abaixo do valor de mercado para aumentar o seu lucro e certamente o do dono da terra que também levava sua comissãozinha “por fora” se não fosse ele o próprio o primeira vista (e o garimpeiro sabia disso). Com certeza este preço subestimado tinha a ver com a exclusividade que ele tinha sobre a compra do diamante.

Se o garimpeiro rompe com a lei do garimpo, o primeira vista podia marcar este trabalhador para sempre no mercado local. Como a cidade é pequena as noticias de bamburros (extraido diamante de valor expressivo) corriam rapidamente e os compradores já sabiam com os quais proprietários de terra relacionavam-se aqueles garimpeiros e, automaticamente, todos os demais capangueiros concorrentes (que não fossem primeira vista daquelas terras) baixavam demasiadamente o valor dado ao diamante pelo primeiro avaliador, forçando o garimpeiro a cair nas garras do primeira vista, mesmo tendo consciência  de sua exploração. E pior, em muitos casos poderia inclusive ocorrer dele para ofertar sua pedra à outros compradores, receber ofertas menores e ter que voltar a esse comprador preferencial e ele não garantir nem mesmo o preço lançado na avaliação do primeiro momento. Esta prática  é conhecida na gíria do garimpo como ""queimar o diamante".

O sórdido e irônico neste sistema econômico de extração de diamantes, além da exploração cruel do trabalho humano, é a suposta liberdade de mercado que o garimpeiro tem ao procurar o melhor preço pelos seus diamantes. Os mais humildes e obedientes nem corriam a praça pra não perder o primeiro preço e nem seu tempo. Outros, demoravam muito a apreender essa regra do mercado econômico garimpeiro.

Como toda esta transação era informal (não escrita, não expressamente normatizada) todo o resultado desta produção saia da cidade e do estado de maneira Ilegal e do país em cambio negro. A ausência de tributação e de normatização oficial destas praticas foram os principais quesitos para não desenvolvimento sustentado de Poxoréu e dos demais municípios garimpeiros da região. Exaurido o diamante, aliado a intransigência dos órgãos ambientais com suas fiscalizações de pesadas multas,  houve o conseqüente fechamento dos garimpos e a decadência do município de Poxoréu no começo da década de 90.

Ainda sobre a hierarquia social do garimpo, abaixo do proprietário de terras, estava o fornecedor, personagem patrão que empreitava e financiava  a mão-de-obra dos garimpeiros no sistema de meia-praça, fazendo o saco com alimentação, ferramentas e hospedagem e por isso ficava com metade (50%) de todo o lucro líquido final (descontado os dividendos do fazendeiro dono da terra).

Ao final desta cadeia de exploração, até 70% do valor da produção que um garimpeiro conseguisse auferir ao término de um resumo (separação do cascalho na peneira, última etapa do processo de garimpagem), seja um xibíozinho ou uma pedra grande, ficavam com atravessadores e exploradores de toda ordem. Tem gente que tem saudades ainda deste tempo.

Bem mais abaixo, na base da cadeia de exploração vem o chamado meia praça, garimpeiro que trabalhava num regime de horário próprio e certa flexibilidade na jornada, possibilitando certa independência no serviço. Neste caso, garimpar, como diz meu pai Benjamim, é o ofício de procurar o quê não guardou, e por isso é comumente associado aos jogos de azar: garimpo é loteria e a sorte é cega!

Esta contraditória incerteza por incrível que pareça era o que fazia o coração do garimpeiro pulsar. Os sonhos do bamburro, da sorte grande e a mudança de vida ou enriquecimento, eram mais seguro do que a certeza de um salário mensal. O sonho na maioria dos casos virou pesadelo e acabou na Associação Garimpeira de Poxoréu, abrigo onde moram os velhos garimpeiros despossuidos de sorte e de familiares.

A historiadora poxoreense Greicilene Marcelo aponta como um dos motivos para o fracasso do projeto Casulo, a tentativa de transição econômica  desenvolvida  pelos garimpeiros com as características citadas acima para o trabalho agrícola. A ruptura no modo de vida e na cultura dos ex-garimpeiros não foi facilmente assimilado, causando o fracasso do projeto. Neste aspecto, a educação e a formação profissional teriam um papel determinante nestas transformações – assunto para um próximo artigo.

A incapacidade de inserir esta mão-de-obra não qualificada em outras cadeias produtivas ou de estimular os antigos proprietários de garimpos a viver com outras formas de sustento passa pela discussão política-social, com a forte intervenção do poder público, justamente o fato que não ocorreu nestes últimos 20 anos pelo menos.

O máximo de autonomia que o garimpeiro poderia ter era o trabalho por conta própria ou independente, ou seja, ele mesmo se fornecia e mantinha seus gastos em geral. Benjamim Fernandes, meu pai, tinha orgulho de afirmar que tocava por conta - ledo engano do velho garimpeiro!

Nesse contexto sócio-econômico, nos processos eleitorais se formavam os chamados currais eleitorais (localidades onde o voto era direcionado a um determinado candidato a mando do líder político local, aqui também denominado de coronel)  ou chocadeiras locais (urnas em que o candidato se destacava consideravelmente quando da apuração dos votos) em que os fornecedores, capangueiros e proprietários fazendeiros tinham certeza da captação de um grande número de votos e, por isso, se candidatavam, colocavam seus filhos na política ou entabulavam os acordos políticos para troca de favores pessoais com terceiros. 

Em época de eleições, faziam-se as contas do número preciso de votos que os candidatos iam receber em cada urna com apostas de toda a natureza, pois esta classe de dirigentes coronéis possuía pleno domínio econômico e político sobre suas zonas de garimpo, criando verdadeiras redes clientelísticas familiares e o povo acabava sendo vitimas destes votos de cabrestos, como afirmou a cientista política Manuela Carneiro.

Fiz esta analise para explicar porque sempre tivemos apenas dois candidatos a prefeito; porque as famílias determinam as eleições e não os interesses coletivos; porque alguns grupos estabeleceram verdadeiros laços de submissão histórica; porque as trocas de favores prevalecem até hoje; porque de tempos em tempos não conseguimos sair da mão destes velhos e novos coronéis da política e principalmente porque existe tanto medo de romper com estas oligarquias que revezam nos espaços públicos repetindo a antiga cantilena do garimpo: cabrito bom não berra!

 

Suelme Biela E. Fernandes é filho do seu Benjamim e Dona Lindaura, é mestre e doutorando em história.

E-mail: biela21@hotmail.com

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:16
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Tá chegando a hora

 Está Chegando a Hora

 

Depois da carreata com mais de 350 carros e mais de 400 motos em apoio ao candidato Ronan Figueiredo, um leitor mandou registrar a música mais ouvida lá pelas bandas do Morro da Caixa D’Água:

 

“Ai, ai, ai ai, ai ai ai, está chegando a hora

O dia já vem raiando, meu bem,

Eu tenho que ir embora

Ai, ai, ai ai, ai ai ai, está chegando a hora

O dia já vem raiando, meu bem,

Eu tenho que ir embora”.

 

(Apesar de não ter como contar, o numero de motos ultrapassou com folga a casa das 400 motocicletas. 100 motos tinha só de Jarudore, corrija por favor...)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:24
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Perspectiva 21

Lei Declara “Perspectiva 21” de Utilidade Pública Estadual

 

A Organização Não Governamental Perspectiva 21 – Movimento Independente Pró-Desenvolvimento do Turismo e Meio Ambiente, do município de Poxoréu, foi declarada de utilidade pública Estadual pela Lei nº 8.956, de 31 de julho de 2008, de autoria do deputado estadual Alexandre César (PT), atendendo pedido da professora Lena Varanda Guedes. Fundada em 1998, a ONG Perspectiva 21 tem como objetivo o desenvolvimento do turismo e a preservação do meio ambiente. A organização registra pontos turísticos de Poxoréu e também promove palestras para divulgá-los.

     

"A Declaração de Utilidade Pública Estadual é uma forma de reconhecimento do poder público, de dispensar à Perspectiva 21, por sua reconhecida atuação social, a devida certificação de sua importância no contexto de sua área operativa, configurada e materializada na concessão de benefícios possíveis advindos desta norma jurídico- legal", disse o deputado Alexandre César.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 09:44
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Honra de Ronan Figueiredo

Há necessidade de provar a honestidade do Ronan?

 

Maria do Socorro da Silva

 

Ronan foi tesoureiro do Banco. Cuidou do cofre e do dinheiro da instituição. Saiu com a ficha limpa, com respeito e o carinho de seus colegas bancários. Organizou as finanças do Departamento de Águas e Esgoto e depois da Secretaria de Finanças de Poxoréu. Não possui credores batendo à sua porta cobrando dívidas.

 

 

Aproveito esse espaço democrático para fazer um esclarecimento às pessoas mal informadas e que, não tendo com o que desabonarem a conduta de Ronan Figueiredo, estão usando de meios sórdidos e práticas espúrias para tentarem denegrir a imagem do candidato.

 

Queridos conterrâneos, Ronan trabalhou no Banco do Brasil por mais de 20 anos sem que tenha havido sequer um processo contra sua conduta como funcionário. Entrou por concurso público em 1982, exerceu diversas funções de destaque, entre as quais caixa, tesoureiro e gerente substituto.  Para concorrer a cargos internos, pediu transferência para Rondonópolis, onde também foi tesoureiro do Banco e ficou poucos meses. Ronan, resolvendo buscar outros caminhos para sua vida, "RESOLVEU ENTRAR COM O PEDIDO DO PLANO DE DEMIÇÃO VOLUNTÁRIA - PDV" (um plano interno dos Bancos para incentivaram os funcionários que prestes a se aposentarem, os quais continuam recolhendo benefício à Previdência Social podendo, a qualquer tempo) A qualquer momento, Ronan Figueiredo tem o direito de requerer o benefício da sua aposentadoria pelo INSS, direito que conquistou por ter trabalhado e contribuído com a previdência por quase 30 anos.

 

Ronan Figueiredo pediu demissão do Banco do Brasil e voltou pra Poxoréu, para cuidar de sua vida e da de seus filhos. Ronan continua tendo a admiração, o respeito e a amizade por parte de seus ex-colegas bancários, e sabe que pode contar com o apoio e carinho dos filhos, familiares, e de seus muitos amigos.

 

O candidato Ronan nunca precisou lesar quem quer que fosse a benefício próprio ou subtrair dinheiro público para si ou para outrem. Ao contrário, quando pediu demissão, fez jus a uma razoável quantia em dinheiro com a qual ajudou seus filhos, e também muitos amigos e parentes. Portanto, para tentar, mais uma vez, enganar a população com mentiras deslavadas, a candidata Jane e sua equipe, em desespero de campanha por queda nas pesquisas, por não ter nada palpável que venha a prejudicar o candidato Ronan Figueiredo, anda espalhando pelas ruas de Poxoréu que o Candidato teria sido mandado embora do Banco do Brasil por ter lesado aquela instituição financeira, o que não é verdade. Mentem e mentem descaradamente. Ronan saiu do Banco a pedido, por sua livre decisão. Lá tem a ficha limpa, da mesma forma que tem a ficha limpa na justiça. Ronan é um cidadão honrado, nascido no distrito Jarudore. Mudou para a sede do município em 1972 para estudar e logo trabalhar. Aqui constituiu família. Aqui nasceram seus filhos. Aqui vive e trabalha há mais de 36 anos.

 

Ronan foi tesoureiro do Banco. Cuidou do cofre e do dinheiro da instituição. Saiu porque quis, com a ficha limpa, com respeito e o carinho de seus colegas bancários. Ronan organizou as finanças do Departamento de Águas e Esgoto e depois da Secretaria de Finanças de Poxoréu. Não possui credores batendo à sua porta cobrando dívidas. Há necessidade de provar sua honestidade?

 

Por isso, queridos poxoreenses, para fazer cumprir meu dever de cidadã e ficar do lado da justiça, me senti na obrigação de fazer este esclarecimento, por conhecer o candidato Ronan e sua família há muitos anos. Além disso, tenho conhecimento, também, da educação dada pelo Sr. João Sinval aos seus filhos, que como pai cuidadoso e humilde, os ensinou a trabalhar e lutar por seus ideais, sem que jamais precisasse se apossar de nada que não fosse realmente seu.

  

MARIA DO SOCORRO DA SILVA

mariadosocorros457@gmail.com

        



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 09:27
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Voz do Leitor

COMENTÁRIOS

 

Com referência a afirmação do professor Suelme Biela Evangelista “E nem vem com esta balela de turismo não temos nem rede hoteleira e restaurante para sustentar esta atividade apesar do patrimônio natural indiscutível”.Olha, realmente não temos uma rede hoteleira e restaurantes em Poxoréo, mas existem varias formas de começar a trabalhar o turismo numa localidade, contando com a integração entre os municípios, temos inúmeros atrativos turísticos em Poxoréo, um povo reconhecidamente hospitaleiro e uma cidade em pleno progresso e desenvolvimento bem ao nosso lado que se chama Primavera do Leste...TURISMO INTEGRADO!! O turismo acontece aos poucos, tenho certeza que a cidade e a população irá abraçá-lo e a partir do momento em que for feito realmente um trabalho de planejamento turístico municipal as nossas casas poderão virar pequenas pousadas, pequenos e bons restaurantes com a nossa comida típica maravilhosa, enfim, não vejo o turismo como uma "balela", mas respeito a sua opinião, apenas não concordo. Mônica Alecrim

 

Mônica Alecrim

monica.alecrim@gmail.com

 

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Dias atrás fomos em caravana à Raizinha, a fim de conhecer as imediações (Córrego do Sete, São Paulo, São Pedro), além da própria localidade do extinto povoado de Raizinha. Lá não tem hotel, restaurante, farmácia... entretanto, ainda resta o calor humano de alguns moradores, os quais nos cederam espaço em suas moradias, onde nos instalamos e, durante o dia palmilhamos os arredores, sendo que ao entardecer e no alvorecer ouvimos o canto do Jaó, que a muito pensei estar extinto. À noitinha, jantamos ao ar livre e adentramos a noite em roda de violão, com uma fogueira (no sentido restrito do verbete... e também no figurado!), pois havia lenha na brasa e latinhas nos isopores. O café-da-manhã foi um sucesso. O almoço: Churrasco. Soltamos foguetes e brincamos e passeamos e nos banhamos... Isso é turismo, isso é passeio, isso é piquenique, isso é quitute, isso é matinê, isso é organização da UPE (União Poxorense de Escritores) com base nas origens. É resgate, é cultura, e é comunidade e vida!

Prof. Luis Carlos Ferreira

allow2006@hotmail.com

 

 

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Há dias tenho visitado o Blog, como sempre fiz, tenho um enorme respeito pelas pessoas que "alimentam" este Blog, respeito que vai além de posição política ou partidária, que isso fique bem claro. Acredito que Poxoréu esteja passando por um momento bastante importante, precisamos discutir sobre POLÍTICA e não sobre a vida particular dos candidatos, podemos estar ocupando este espaço de uma maneira melhor e mais inteligente, podemos colocar idéias, sugestões e diversas coisas úteis e realmente importantes. Aurélio Miranda é um filho amado de nossa cidade, todos cantam a sua canção de amor à Poxoréu, será que o caminho que o Blog está trilhando é o mais correto?? Não vejo a política dessa forma que tem se apresentado aqui, vejo a política como um possível e esperado passo à algo novo para nossa Poxoréo. Sei que muitas pessoas que alimentam este site são capazes e preparadas para fazerem e discutirem este momento de uma forma diferente.

 

Não dou crédito e acho que o Blog não deveria dar à nenhum comentário ou artigo que estiver anônimo ou com codinomes. Todos têm um lado, uma opção, uma visão e todos devem ser respeitados. O nível de alguns comentários aqui postados não condiz com as pessoas representam este Blog, só se eu estiver muito enganada. Um forte abraço á todos e não se esqueçam que não vale a pena criar inimizades e situações desagradáveis por conta de política. Eu sou Jane, mas continuo respeitando todos os meus conhecidos que estão do outro lado. Um forte abraço.

 

Mônica Alecrim

monica.alecrim@gmail.com



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 08:49
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Candidatura de Walterly

Após decisão do STF, juíza indefere nome

 

Téo Meneses

Da Redação A GAZETA

 

A juíza Aline Luciana Viana Quinto indeferiu a candidatura de Walterly Ribeiro da Silva (DEM) a vice-prefeito de Poxoréu com base na vida pregressa do democrata. A sentença foi proferida na quinta-feira (7), um dia depois do Supremo Tribunal Federal (STF) permitir que candidatos da "lista suja" disputem a eleição. Por isso, a decisão vai ser questionada através de reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Em sua sentença, que contraria parecer do Ministério Público Eleitoral, a juíza reconhece que Walterly, ex-prefeito de Poxoréu, não foi condenado em nenhum instância. Por outro lado, diz que o princípio da moralidade deve prevalecer e sustenta que o artigo 14º da Constituição Federal, que prevê a moralização como princípio da administração pública, tem auto aplicabilidade. Essa tese foi rejeitada pelo STF ao proibir candidatura de pessoas alvos de condenação com trânsito em julgado.

 

"De todo o exposto, tem-se que, no particular, fazendo-se uma análise da vida pregressa do impugnado, Walterly Ribeiro da Silva, é possível concluir que o mesmo converge para si um comportamento que, sem sombra de dúvidas, atenta contra os princípios da moralidade e da probidade administrativa", justifica a magistrada, ao reconhecer que todas as ações judiciais que pesam contra o democrata "se encontram em andamento".

 

"O contexto de sua vida pregressa está a implicar na não observância do dever de probidade. Embora muitas das demandas ainda estejam em andamento, é inequívoco que está sob discussão questão que atinge diretamente a idoneidade moral do impugnado", completa a juíza.

 

O advogado de Walterly, Ronan Oliveira, recorrerá com um recurso ordinário no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Além disso, ele promete ingressar com uma reclamação junto ao STF para "preservar a autoridade da decisão" da mais alta corte da Justiça brasileira que prevê o veto somente nos casos de sentenças com trânsito em julgado. Walterly garante também que não teve nenhum prestação de contas reprovada pela Câmara Municipal.

 

(Jornal A GAZETA, 10.08.08)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 08:36
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JANE É CANDIDATA !!!

JANE É CANDIDATA !!!

JUSTIÇA MANTÉM REGISTRO DA CANDIDATURA DE JANE MARIA

Decisão cassa o registro do vice Walterly

 

A juíza Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto, da 5ª Zona Eleitoral de Poxoréu indeferiu o pedido de  impugnação  e manteve o registro da candidatura de Jane Maria Sanches Lopes (PP) à prefeita de Poxoréu, porém, mandou abrir processo criminal contra ela, por prestar declaração falsa de residência. Em outra decisão, a juíza deferiu o pedido de impugnação e cassou o registro da candidatura de  Walterly Ribeiro (DEM), vice de Jane pela coligação PP/DEM.

 

Na decisão que indeferiu o registro da candidatura de Walterly Ribeiro, a juíza entendeu que ele não possui os requisitos de probidade administrativa para gerir a coisa pública e tem acertos a fazer com a Justiça, ou seja, enfrenta problemas de "vida pregressa". Ao julgar o pedido, a magistrada se baseou no artigo 14, parágrafo 9º da Constituição Federal, e considerou a proteção à probidade administrativa e a moralidade para o exercício do mandato. Ainda segundo a decisão, Walterly já exerceu cargos públicos – foi prefeito de Poxoréu no período de 1993/1996 - e, com base em ações judiciais movidas contra ele, já demonstraram que não possuem condições de exercerem mandato eletivo popular. Com isso, não pode ser candidato neste pleito.

 

"A moralidade administrativa apresenta-se como princípio basilar que deve nortear qualquer ato praticado em nome da administração. Por este motivo, faz-se tão necessária a verificação da vida pregressa dos candidatos a cargos públicos, que devem espelhar uma conduta ilibada, não pesando sobre eles qualquer fato que macule a visão de um político probo e engajado no cumprimento das obrigações que o cargo lhe impõe", enfatiza a juíza. Em seguida, destacou que os candidatos devem mostrar "lisura, transparência e, principalmente, preocupação com o trato do bem público, em suas atividades". Dessa decisão, cabe recurso ao TRE-MT.

 

Segundo a assessoria de Jane Sanches Lopes, apesar de alguns poucos querer impedir a sua candidatura, ela continua firme e forte, de cabeça erguida para enfrentar os desafios da campanha e fazer as mudanças que o povo e cidade reclamam, com sua vitória no dia 05 de outubro.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:57
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Falta Proposta Eleitoral

Debate entre os candidatos a prefeito de Poxoréu urgente!

 

Suelme Biela Evangelista Fernandes

 

Por dever de ofício ou de consciência devo neste momento estratégico trazer algumas reflexões inerentes ao processo sucessório de Poxoréu.

 

Primeiro, afora as paixonites agudas de toda campanha política, as rodinhas de piadas e alguns santinhos de candidatos que mais servem para brincadeira de coleção das crianças do que de projetos de futuro para a cidade, não notei nenhum Santão candidato a prefeito com alguma proposta política consistente do tipo plano de governo, estou falando de propostas para eleitores poxoreenses bem informados e criteriosos.

 

Ou os planos de governo seriam assim meio que de improviso: a gente tenta ganhar e se de repente conseguirmos, ao chegarmos lá nós vamos ver como fazemos?

 

Gestão pública não é roda de baralho de caxetinha ou pôquer, onde quem blefa mais pode fazer um royal street flash ou um truco ladrão estridente, exige trabalho árduo de muitas mãos equipes de estudos e dados estatísticos do município.

 

É preciso fazer um pacto por Poxoréu, quem vencer deve convidar intelectuais, profissionais liberais e técnicos de todas as áreas para construir um projeto rumo aos 100 anos da cidade, chamar os filhos e amigos para contribuir, assim como se faz nas festas de São João Batista sem rancores ou ressentimentos. Quero ser otimista, mas infelizmente não vejo nos dois postulantes este perfil de mediador, estou me preparando inclusive para rever as velhas raposas de sempre ou se manterem em seu cargos ou voltarem para eles.

 

Poxoréu tem que sair desta gambiarra política e elaborar um projeto de sustentabilidade política, produto de relações racionais de planejamento estratégico, seus filhos querem isso, existem eleitores criteriosos na cidade que não agüentam mais esta dança das cadeiras.

 

Nesta época é sempre o lenga lenga das promessas, até boi pari e vaca com dois úteros morre estérea, falar é fácil resta saber qual a fonte de recursos para realizar estas ações? Quem serão os gestores de um futuro governo? Quais serão os investimentos em saúde, educação e projetos sociais?

 

Neste caso devemos inclusive começar a pensar quem seria os futuros secretários numa possível gestão de Ronam ou Jane, para sabermos a viabilidade ou não da gestão, diga-me com quem tu andas e direi quem tu és, o resto é só pretexto para tomar birita lá no Bar Hawaí ou no Edson Chenhénhém.

 

Preocupa-me, por exemplo, as questões do desenvolvimento econômico do município, nesta tribuna eletrônica já discutimos algumas iniciativas, como o projeto Casulo a iniciativa e seu fim trágico entre outros... ou pretendemos ficar o resto da vida refém das fazendas dos Daltroso e dos Milanesi para gerar receitas para o município?

 

Qual será a alternativa econômica do município nos próximos anos? E nem vem com esta ladainha de trazer empresas e divulgar nossos potenciais. Para atrair empresas é necessário constituir cadeias produtivas locais consistentes. Qual será as nossas alternativas?

 

E nem vem com esta balela de turismo não temos nem rede hoteleira e restaurante para sustentar esta atividade apesar do patrimônio natural indiscutível.

 

Tivemos o garimpo da década de 1930 a 1990, uma boa bacia leiteira com um grande laticínio e agora temos um rebanho bovino e uma pequena produção agropastoril, contudo a maior transformação é na mentalidade de trabalho da população, que seria um grande impeditivo para mudar a cultura garimpeira.

 

Estive na semana passada fazendo uma palestra para a equipe pedagógica da Escola dos Meninos, mais uma ação religiosa de Poxoréu de grande sucesso e fiquei impressionado com a grandiosidade da obra social, e aos poucos esta mudando a mentalidade da cidade, acho que por ali consigo ver uma luz no fim do túnel.

 

O lamentável é que esta mão de obra vai toda para outros municípios vizinhos porque não existe produção agropecuária significativa na região. Então, faço a pergunta aos candidatos: qual é a proposta de governo para resolver esta equação?

 

As vezes me questiono se há interesse em romper com este patrimonialismo e dependência política por parte dos dois candidatos porque efetivamente quais as diferenças conceituais entre ambos, se não possuem plano de governo?

 

Estou cansado de ver rifas para ajudar o hospital São João Batista, antigamente tinha campanha para adoção de crianças e agora já  tem também para idosos da associação garimpeira, de ver meninas de 13 anos a luz do dia se prostituindo nos bairros tomando dinheiro de velhos aposentados, não sei inclusive oque é mais trágico nesta situação!

 

Todas as manhãs de segunda feira dezenas de poxoreensess ficam na saída de Poxoréu de madrugada procurando uma saída para serem cidadãos nas vizinhanças e trabalhar nos municípios mais desenvolvidos dos arredores. Na volta para Cuiabá assistindo a cena pensei na poesia de Drumond- E agora José? Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja do galope você marcha, José! José, para onde?  E esta perguntas quero ver respostas.

PS: Sugiro as instituições de Poxoréu: escolas, UPE, Assemp, Sintep, UPAMB realizarem um debate entre os dois candidatos onde possamos fazer estas perguntas a idéia está lançada conte comigo para organizá-lo.

Suelme Biela Evangelista Fernandes é filho do seu Benjamim e D. Lindaura da

Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:12
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O Lado Pitoresco das Eleições

UM CORONEL DE PRESTÍGIO

Luiz Coelho de Campos, o primeiro prefeito de Poxoréu, nomeado pelo então Interventor de Mato Grosso Júlio Müller, exerceu o poder no período de 01 de janeiro de 1939 a 25 de março de 1943 - NR

 

João Moreira de Barros

 

Poxoréu é uma cidade  que nasceu garimpeira. Nas décadas de 20, 30 e 50 o diamante aqui aflorava nos monchões e grupiaras atraindo gente do afastado nordeste brasileiro. Poxoréu vivia então um apogeu. Hoje é tão diferente. A viagem era difícil porque, na época, viajava-se a pé ou de jegue ou nos primeiros caminhões que varavam os nossos sertões. Há até o caso muito conhecido de um garimpeiro que, por ter viajado montado em um jegue sem sela, ficou conhecido com o apelido de “bunda de ferro” (OBS: estaria o autor referindo a Joaquim Torres, irmão do professor João Torres, que também recebeu este mesmo apelido?? – em tempo: segundo José Moraes Barbosa, nunca existiu João Pedro Torres, acrescentaram Pedro indevidamente no nome de João Torres ao nomear a escola da Vila Irantinópolis). Não é preciso dizer que o homem brigava com qualquer um que o chamasse pelo apelido.    

 

Estão, surgiram ao lado dos garimpeiros os “capangueiros” e, conseqüentemente, os chefes, os “coronéis”. Cada um tinha o seu prestígio político.

 

Incontestavelmente, o Coronel Luiz Coelho de Campos (OBS: Luiz Coelho de Campos, o primeiro prefeito de Poxoréu, nomeado pelo então Interventor de Mato Grosso Júlio Müller, exerceu o poder no período de 01 de janeiro de 1939 a 25 de março de 1943) - o conhecido Coronel Luizinho, foi um dos mais importantes homens de Poxoréu. Não nos primeiros tempos, mas em um certo período que se situa mais precisamente no chamado “Estado Novo” ou a “era getuliana” – 1937 a 1945.

 

Homem do pesado trabalho de fazenda, de poucas letras, mas amigo pessoal do então Interventor Júlio Müller, fez-se chefe político inconteste, esbanjando prestígio. Usava o poder discricionariamente. Ordenava, depois comunicava, por mera formalidade, ao Interventor Júlio Müller, que sacramentava os atos praticados. Era adulado e respeitado.

 

Extinto o Estado Novo, reconduzido o país ao caminho da Democracia, fundados os grandes partidos políticos para a batalha eleitoral próxima, o Coronel Luizinho, rompido com o Interventor Júlio Müller, inscreveu-se na UDN e, na primeira caravana organizada para o então garimpo denominado Areias, hoje município de Arenápolis (Na região médio-norte de Mato Grosso), a uma pergunta dos caravaneiros sobre a possibilidade do Brigadeiro Eduardo Gomes, cuja candidatura à presidência da República empolgava a oposição num movimento cívico extraordinário, respondeu ao pé da letra:

        - Num sei. Mas é hora de gente vê quem tem mais rôpa na mochila.

 

(OBS: "vê quem tem mais roupa na mochila" - alusão ao Partido Republicano, apelidado de "Pouca Roupa", por ser muito pequeno em Mato Grosso)

       ________________________________

(Crônica publicada no livro O Lado Pitoresco das Eleições, de autoria de João Moreira de Barros, em 1973, páginas 9 e 10. Notas de obs. da redação do Blog Poxoréo, visando explicar o contexto histórico para  facilitar a  leitura pela nova geração.)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:47
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Capa

Fiz uma brincadeira

 

Aurélio Miranda

 

Nada fiz de pessoal contra qualquer um que compõe o quadro político de nossa terra, estou fora (infelizmente) há quatro décadas, todavia, com muito amor, sempre estou em Poxoreu abraçando meus amigos e mostrando músicas novas que falam do nosso lugar. Tenho em mim uma gratidão, que jamais vou poder pagar por uma pessoa que se chama Lindberg Nunes Rocha. Um grande amigo além de ser, um dos responsáveis por valorizar e lançar o meu nome. Por gozar de tal amizade é que fiz uma brincadeira com os conterrâneos presentes e se os magoei de alguma forma, peço que me perdoem. Todavia, caso existam de alguma forma comentários maldosos envolvendo o meu nome, venho por meio deste me retratar afinal participo de campanhas políticas desde 1972 e sempre fui obediente às leis do meu país. E por conhecer, não como um jurista, mas como um cidadão interessado, sei que possuo o direito de resposta embasado nas Leis de Impresa.

 

 Caso seja necessária, garanto minha presença nos próximos dias, para que nos palanques novamente, possa primeiramente enaltecer a terra que amo e em seguida, enfatizar a população que continuo um poeta. E diferentemente do que foi divulgado, sem que eu tomasse conhecimento, foram colocadas em dúvida minhas aptidões artísticas e culturais que não vem ao caso mencionar explicações, para quem tem mais de 35 anos de carreira. 

Aguardo retratação, no entanto, sou um cidadão livre e mesmo não votando em Poxoréu ainda acredito saber o que melhor preenche aos anseios da população. Por isso, quer queiram ou não, continuo apoiando Jane e Warterly, indenpendente do que dizem as línguas de uma imprensa tendenciosa e sem fins éticos profissionais.

 

Obs: Na ocasião mencionada em sua matéria, não cantei MINHA DOCE POXORÉU. Portanto,esta afirmação, assim como as demais, também precisa ser corrigida.

 

Atenciosamente,

Aurélio Miranda

aureliomirandaviola@hotmail.com

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:45
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SOS Morro da Mesa

O MORRO DA MESA PEDE SOCORRO

 

 Jeová Xavier

 

Todos os anos, em época de grande estiagem, o Morro da Mesa, nosso maior símbolo é incendiado. O fogo pode ter origem nas pequenas propriedades que o circundam. Desta vez, o fogo veio lentamente pelos fundos do morro e levou toda a tarde de sábado (passado) para atingir sua base. Domingo, ao amanhecer metade dele já havia queimado e ao fim do dia estava irreconhecido, preto como carvão.

 

O mais preocupante é que já aparece deslizamento em sua base, provocado pela perda da cobertura vegetal, destruída pela constante ação do fogo. Isso está começando a provocar erosão (há oito pontos desses), sem falar no grave dano estético.

 

Situações como esta não é vista só por aqui. Mas o que mais incomoda é a tolerância que se tem com um crime desses. Não é porque é difícil evitar que isto aconteça, seja por vandalismo, seja por descuido dos sitiantes, que vamos deixar de lutar pela preservação do nosso maior presente divino, tão belo e que tanto nos identifica. Por mais que se queime todos os anos, seria reconfortante lembrar do dever cumprido, tanto pelo cidadão, quanto pelo poder público. Este com o dever legal de cuidado com o meio ambiente.

 

Mas não é isto que se vê ou que se sente por aqui. Em 2004, por exemplo, levei o problema a uma determinada autoridade. A única resposta que tive foi: “Não esquenta, quando chover você vai ver tudo verdinho de novo”. Noutra investida, ouvi: “Não posso fazer nada, água de morro abaixo e fogo de morro acima, ninguém segura”. Fui então à procura de um ilustre cidadão que estava preste a ser nomeado secretário (ou coordenador) do meio ambiente. Dele ouvi: “Tenho que ver a legislação, mas o dono do morro tem o direito de formar pastagem nele”.

 

Mesmo assim, estive juntamente com nosso grande ambientalista Boi (Iguimar) e outras pessoas, visitando o sítio que provavelmente originou o incêndio do ano 2004. Fomos bem recebidos e vimos que existe muita desinformação, ainda, acerca do perigo das queimadas.

 

A esperança é que povo e administração se juntem para salvar nosso cartão postal, quem sabe com uma campanha intensa junto aos sitiantes, incutindo nessa gente que evitem queimadas e denunciem ação de vândalos. Que exista para sempre pelo menos o Morro da Mesa.

 

jeovapx@terra.com.br

(Artigo original pulicado aqui em 27/09/2007)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:14
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Desafio

PERGUNTAS AOS CANDIDATOS

 

Ruy Nogueira Barbosa

 

 

Antes de tecer comentários a respeito do momento que passamos, tenho como necessário registrar não só meu apreço, mas meus agradecimentos ao criador e mantenedor do BLOG POXORÉU, espaço mais que aberto ao debate, pois democrático, garantidor do exercício fala, da manifestação e inclusive do silêncio daqueles que optam por somente VERBALIZAR oralmente, não deixando registros.

 

Tenho verificado, não só a polarização dos grupos, onde deixado de lado está a discussão das razões, da obtenção das respostas que necessariamente, amanhã certamente haveremos de cobrar, independentemente de quem esteja na condição de administrador.

 

Em assim sendo, coloco como sugestão, que façamos um conjunto de perguntas a serem respondidas pelos candidatos ao cargo majoritário de nosso município, como por exemplo:

 

a) Porque o Senhor(a) é candidato?

b) Porque a população deve acreditar em suas promessas?

c) Que garantias o Senhor(a) apresenta para a quitação de suas promessas?

d) O(a) Senhor(a) tem conhecimento da situação econômica do município? Hoje, qual é a base econômica de nosso município?

e) O(a) Senhor(a) sabe quais são as fontes de renda de nosso município? Como incrementá-las?

f)  Considerando a elevada escassez de recursos e o nível de comprometimento financeiro com a folha de pagamento com pessoal, tais situações são FATO. Assim, de que modo a implementar suas propostas??? de onde o(a) Senhor(a) buscará recursos para a implementação de suas propostas??

g) De onde o Senhor(a) buscou suas propostas? Ouviu quem? Quantos? Onde? Quando? De que forma?

h) O(a) Senhor(a) apresenta prioridades, quais foram os critérios de eleição destas prioridades?

i)  Como o(a) Senhor(a) na condição de candidato, avalia o nível de ensino em nosso município? Quais são suas propostas para a educação? Como as implementará? De onde virão os recursos?

j)  É de seu conhecimento que Poxoréu, possui endemias como por exemplo leishimaniose visceral, tuberculose e hanseníase??? Quais são suas propostas para a saúde??? De onde o senhor(a) buscará os recursos???

k) Quais suas propostas para uma possível diversificação e ou incremento da economia de nosso município?

l)  É possível incrementar a economia, sem investir em infra estrutura básica?

m)        Em o(a) Senhor(a) sendo eleito, no ato da sua posse, o(a) Senhor(a) assinaria uma carta de renuncia, entregando-a ao Presidente do Poder Legislativo Municipal, onde o(a) Senhor(a) renunciaria ao mandato por não cumprimento de no mínimo 30% de suas promessas de campanha para o intervalo de 02 (dois) nos de mandato??

n) Dentre outras....

 

Assim, vejo que não só elevaremos o nível da eleição, mas principalmente DOS ELEITOS, haja vista que segundo minha avaliação, é errado a máxima que o “POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE”, pois sou convicto que a população de Poxoréu, merece melhores governantes, é digno de ainda sentir orgulho, alegria e esperança de dias melhores.

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Ruy Nogueira Barbosa é engenheiro agrônomo e advogado.

E-mail: ruypoxoreo@hotmail.com

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Resposta dos candidados para o BlogPox: e-mail poxoreo@uol.com.br

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:42
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Compra de voto é crime

COMPRA DE VOTO É CRIME.

 

DISQUE-DENÚNCIA JUSTIÇA ELEITORAL 

TELEFONES

0800 647 8191

 0800.647.1700 e 0800.647.8191

 

Quem compra voto é corrupto.

Quem vende voto também é corrupto.

 

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso colocou em funcionamento o disque-denúncia. Por meio do número 0800 647 8191 o eleitor de qualquer localidade do Estado poderá denunciar as irregularidades praticadas durante o período eleitoral. A ligação é gratuita. O disque-denúncia estará disponível à população de segunda a sexta-feira, no período das 12h às 19h, e sábado, domingo e feriado das 14h às 19h.

As denúncias recebidas pelo 0800 são encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral e ao juízo responsável. Além do telefone o eleitor também poderá denunciar as infrações praticas na campanha eleitoral preenchendo o formulário disponível no link da Ouvidoria no site do TRE,
www.tre-mt.gov.br .

 




Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:23
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Festa de Santo

FESTA NA COHAB XAVANTE

Dia 23.08.08

 

A Igreja Católica Dom Bosco, CONVIDA á todos para participarem da

 

 VIII FESTA EM LOUVOR A DOM BOSCO

 

  dia 23 de agosto, sábado, a partir das 19h30

no Salão de Festas e Eventos da Cohab Xavante.

 

Leilão e show de prêmios

(colaboração para cartela  apenas R$ 5,00).

PARTICIPEM !

 

 

Igreja Dom Bosco

Cohab Xavante

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:19
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Dos leitores

COMENTÁRIOS

 

Padre Pedro/Primeiro Professor/Da Minha Infância.../Vila Stª. Terezinha:/Patronato São João Batista. Padre Pedro/Primeiras Práticas/Da Minha Lida/De Ajudante de Pedreiro.../Centro Juvenil Salesiano/E Reforma Da Igreja Matriz. Padre Pedro.../Esse Nome É nome De Padroeiro:/Padrão De Perseverança,/Personalidade Perspicaz/Rumo Ao Alvo Que Escolheu. Padre Pedro:/ Preferido Das Crianças E Dos Jovens;/Querido Dos Pais E Dos Avós... Padre Pedro, Bendito Sejas Entre Nós!

Prof. Lcarlos Ferreira | allow2006@hotmail.com | Poxoréu, MT

 

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(...) A candidata Jane sim, que está acobertada por meia dúzia de puxa-sacos, os quais dizem que Poxoréu a ama e que a recebeu de braços abertos. Deixe de ser hipócrita cara, e aprenda a avaliar as situações. Depois do frustrado e pouco apreciado comício de sábado,  ainda tem a coragem de dizer que esta candidata foi bem recebida??? Está usando os mesmos artifícios de Lindberg pra dizer que estão bem nas pesquisas, mentindo.

socorro-silva2008 | socorro-silva2008@bol.com.br

 

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Batistão, você como engenheiro é nota zero. Como matemático então,sem comentário. PS;onde se lê 80 carros,leia-se 180!!!

ZÉ POXORÉO

 

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Povo Poxorense, se a candidata já apelou com uma senhora digna de respeito, idosa, carismática, como é D. Dudu, só porque D Dudu fez uma pergunta para a candidata Jane quem administraria Poxoréu caso ela ganhasse , se ela ou Lindberg, a MADAME já se exaltou, respondendo que seria a mãe de D. Dudu, agora imaginem , vocês qtas patadas ainda não dará esta senhouuuura, até o dia 5 de outubro?? Por que nem bem os comícios, os falatórios começaram, a distinta, a intocável , a MADAME JANE já está se exaltando, imagem o que ainda não virá de coices, soberba, tirania, ironia da parte desta candidata. ABRAM OS OLHOS OS OUVIDOS " MENINOS, EU VI!!!!!"

Marta de Oliveira | Rondonópolis/Mt |

 

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Estou fora de Poxoréu já algum tempo, mas sempre que posso visito minha amada Poxoréu, isto é, amada por mim e por muitos que realmente tem coração, amor ao próximo, dignidade e respeito pelo povo, povo este simples, batalhador, assim como eu e minha família sempre fomos. Muitos de minha família continuam residindo aí em Poxoréu e nunca precisaram "CAPAR" ninguém para conseguir vencer na vida. Sempre trabalharam com afinco, honestidade , pois foi assim que aprendemos, ou seja, vencer com méritos próprios, sem roubalheira, sem castrar os sonhos , os ideais dos outros p/ subirmos socialmente, financeiramente (...) agora com mais uns gatos pingados e "respingados" querendo CAPAR quem em Jane não votar. Então caríssimos conterrâneos, já virão aí o slogan da candidata né, VOTAR OU CAPAR, mas tem saída p/ isto , Ronan no poder.

Selma Santos  | Dom Aquino/Mt |

 

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Jane Maria eu ñ me canso de falar que é digna, maravilhosa e existem pessoas que não provam nada contra sua integridade moral e querem denegrir o Lindberg, quero dizer tbém que o candidato ñ é ele portanto, respeito com as pessoas é bom e cabe em qualquer lugar, digo por mim, nunca precisei de prefeitura para sobreviver, ñ estou atrás de emprego como vc ensinuou, ñ sou da turma do holerite, ñ preocupo com isso, penso como a maioria sou fiel aos meus ideais, democracia é isso! Tenho um pai maravilhoso que me ajuda sempre qdo eu preciso e sempre me ensinou a nunca pregar por aí sobre muro da vergonha como políticos fazem por aí, a propósito ñ quero que vc pense que quero emprego para mim e sim quero emprego para todos e ñ somente para meia dúzia que andam chorando pelos quatro cantos da cidade se lamentando profundamente, bjus e tenha uma ótima semana

rubinharocha11 | rubinharocha11@bol.com.br

 

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O povo tem que pensar da seguinte maneira: se tivesse que viajar... e teria que deixar todos seus bens (casa, carro, dinheiro, etc) nas mãos de uma pessoa... vc deixaria com uma pessoa que vc conhece... esta sempre vendo... conhece o trabalho de muitos tempos... ou deixaria com uma pessoa que vc soh ve quando esta precisa de vc... nao tem um bom histórico ético... quanto menos cuidados monetários... está eh a pergunta q todos devemos fazer... pq querendo ou não... eh isto q o voto proporciona... um "aval" para q alguém cuide da sua "casa" por 4 anos... pensem nisso.

Márcio | Rondonopolis - MT |

 

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O CORRETO SERIA SER Um eleitor que tenha consciência do valor de seu voto. Que vote pela comunidade e não por interesse ou privilégios individuais ou familiares. UM ELEITOR QUE NÃO VENDA O SEU VOTO. Quem vende seu voto por favores, vende sua dignidade humana. O cristão não deve votar em candidato que quer comprar seu voto. Consciência não se vende. Queremos ser um eleitor que tenha consciência de seu poder de interferência e decisão na vida da comunidade, que saiba valorizar o seu voto, analisando, refletindo sobre o passado e o presente do candidato tendo em vista um futuro melhor. Queremos um eleitor que saiba fazer sua história, ocupa seu espaço e luta pelo espaço dos outros; um eleitor que não se deixe corromper pelo dinheiro e que não busque favores pessoais, tendo clareza do que seja o bem comum. Queremos um eleitor que saiba escolher candidatos que realmente trabalham pelo bem comum e que tenham coerência no discurso e na vivência do dia-a-dia.

Benedito Paulo de Abreu | bpaulo@senarmt.org.br |

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Para comentar, o leitor precisa informar o nome e o e-mail. Se preferir escreva para poxoreo@uol.com.br .

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:17
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Indeferido registro

Candidatos a vereador ficam fora por causa da "ficha suja"

 

RDNews

 

A juíza Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto, da 5ª Zona Eleitoral de Poxoréu, indeferiu o registro de 5 candidatos a vereador. Todos têm acertos a fazer com a Justiça, ou seja, enfrentam problemas de "vida pregressa". Ao julgar os pedidos, a magistrada se baseou no artigo 14, parágrafo 9º da Constituição Federal, e considerou a proteção à probidade administrativa e a moralidade para o exercício do mandato.

 

Segundo a juíza, os candidatos barrados já exerceram cargos públicos e, com base em ações, mesmo que não tenham trânsito em julgado, já demonstraram que não possuem condições de exercerem o mandato. Com isso, não podem ser candidatos neste pleito Valtércio Teixeira de Oliveria e Jailton Costa Xavier (ambos do PP) e Ajax Alves Gomes (PMDB). Os três tiveram os registros indeferidos porque possuem sentença condenatória em ação civil pública por ato de improbidade administrativa.

 

Já os candidatos José Correia Filho do PMDB e José Manoel Filho do PR, além da vida pregressa, a juíza considerou a "lista suja" do Tribunal de Contas do Estado em que eles estão inclusos.

 

"A moralidade administrativa apresenta-se como princípio basilar que deve nortear qualquer ato praticado em nome da administração. Por este motivo, faz-se tão necessária a verificação da vida pregressa dos candidatos a cargos públicos, que devem espelhar uma conduta ilibada, não pesando sobre eles qualquer fato que macule a visão de um político probo e engajado no cumprimento das obrigações que o cargo lhe impõe", enfatiza a juíza. Em seguida, destaca que os candidatos devem mostrar "lisura, transparência e, principalmente, preocupação com o trato do bem público, em suas atividades".

 

Dos 66 pedidos de registro de candidatura ingressados na 5ª Zona Eleitoral, a magistrada indeferiu 10 registros, sendo oito de ofício, ou seja que não tiveram pedido de impugnação. Dentre os oito, três em razão da vida pregressa do candidato que já possuíam condenação em ação civil pública por improbidade sem trânsito em julgado.

 

   (Fonte: RDNews - http://www.rdnews.com.br/noticia.php?cod=8593 )



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:37
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A GAZETA I

Aula de consciência política

 

Em ano de eleição raros são aqueles que realmente acompanham as campanhas dos candidatos a vereador, procuram conhecer e analisar as propostas de cada um para reunir conhecimento suficiente a uma decisão segura e consciente. Não são raros os que escolhem os candidatos no dia ou na véspera das eleições sugeridos por amigos, familiares sem qualquer conhecimento da linha ideológica do partido ao qual o candidato pertence ou quais serão as suas linhas de ação e prioridades uma vez instalados nos cargos que hoje disputam.

 

O desinteresse do brasileiro pela política é antigo e nem mesmo movimentos esporádicos pela cidadania, como as Diretas-Já e o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, foram capazes de mudar este comportamento. As causas são muitas, entre elas os intermináveis casos de escândalo que envolvem os políticos brasileiros e fazem com que a classe caia no mais total descrédito junto ao cidadão comum.

 

Iniciativas como o Programa Eleitor do Futuro são bem vindas uma vez que tentam estimular a consciência política desde cedo. Muitos estados desenvolvem o programa na escolas incentivando o contato com as urnas eletrônicas e a discussão de temas pertinentes à realidade daqueles jovens cidadãos como trânsito, violência, pobreza e educação. O objetivo maior é eliminar aquela sensação estranha que a palavra "política" causa na maioria das pessoas.

 

Muito se fala em sala de aula sobre a importância da democracia e da política no cotidiano. Professores costumam enfatizar que a política vai além de simplesmente apertar os botões da urna eletrônica e se envergonhar com a falta de ética e honestidade que movem os casos de corrupção na classe. Se o jovem faz a sua parte se envolvendo no processo de consciência política, cabe aos candidatos de hoje (tanto os que almejam cargos no Legislativo quanto no Executivo) manter os pés firmes no chão com idéias e posturas éticas que os aproximem do cidadão comum. Desconfiado como é, nesta época o eleitor não se importa porque já deixou de acreditar. A confiança (e o conseqüente voto) é um ato de conquista pautado pela transparência.

 

(Editorial do jornal A GAZETA, 29.07.2008)

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:00
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A GAZETA II

Transparência nas eleições

 

Os políticos e seus cabos eleitorais já estão nas ruas. "Santinhos", bandeiras, cartazes, caminhadas, abraços, apertos de mão e criancinhas no colo. Dentro de duas semanas começa também o horário eleitoral gratuito no qual eles poderão bradar em alto e bom som as suas propostas e porque merecem o voto (de confiança) do eleitor brasileiro. Escândalos, roubos, falcatruas, incompetências e outras inoperâncias em cargos públicos - em todas as esferas, do municipal ao federal, do Legislativo ao Executivo - costumam derrubar a máscara de "bom moço" que muitos portam em época de campanha. Mais do que apenas ouvir o que têm a dizer os nossos políticos é preciso descobrir quem são, o que fizeram, de onde vêm estas pessoas que se dizem, na grande maioria das vezes, portadoras da ética e da moral.

 

Políticos que buscam a reeleição têm um passado recente público, material que pode e deve ser analisado pelo eleitor antes de ir às urnas. A organização não-governamental Transparência Brasil divulgou recentemente o enriquecimento de vereadores, deputados e senadores nas capitais brasileiras. O estudo levou em conta as declarações de patrimônio de 180 integrantes das Câmaras Municipais de capitais dos Estados que foram candidatos nas eleições de 2006 e de 255 deputados federais, senadores e deputados estaduais que concorrem a prefeituras e vice-prefeituras. A evolução patrimonial foi de 46%, em média.

 

Se for levado em consideração o Produto Interno Bruto (PIB) per capita das regiões metropolitanas das capitais, os vereadores destas cidades são 45 vezes mais ricos que a média da comunidade pela qual foram eleitos para representar. Por isso não é de espantar o número de novos rostos que se juntam aos já conhecidos em busca de voto.

 

Os dados estão disponíveis no site da entidade, no projeto Excelências. A ONG, aliás, é uma ótima fonte de informação. Lá estão os perfis dos políticos que ocupam as Assembléias Legislativas, Câmaras e o Congresso Nacional assim como o histórico dos parlamentares, como gastam o dinheiro que recebem, quem financia suas campanhas e muito mais. Um pouco de transparência onde, normalmente, tudo só costuma aparecer depois das eleições.

 

(Editorial do jornal A GAZETA, 05.08.2008)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:59
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Vocações

PADRE PEDRO MELESI

Valfran dos Anjos

 

Neste mês de agosto, nós católicos celebramos as vocações, e iniciamos rezando pelas vocações sacerdotais.

 

Meu interior suscitou a presença de Padre Pedro Melesi, verdadeiro diamante de Poxoréu! Nele, quero agradecer a Deus pelo dom da vida de todos os sacerdotes, de todos os padres, bispos e presbíteros.

 

Pensei em lembrar algo sobre as gigantescas obras do “garimpeiro de almas” Padre Pedro.

 

Percebi que enquanto os diamantes de Poxoréu foram garimpados e levados para fora, deixando apenas rastros de degradação e destruição do meio ambiente, Padre Pedro forjou outro tipo de garimpo, onde o diamante mais precioso é o ser humano. Aliás, posso afirmar com tranqüilidade que Padre Pedro é o verdadeiro diamante, é a pérola mais preciosa que Poxoréu pode testemunhar nestes mais de cinqüenta anos de sua vida sacerdotal, de entrega.

 

Encontrei neste Blog uma reflexão do Batistão, postada em 13/05/2006, sobre o Padre Pedro, e peço permissão para transcrevê-la:

Sou grato pela persistência de Padre Pedro, mais poxoreense que italiano – o maior dos poxoreanos! – lembro-me, ainda pequeno, que Pedro era um padre pedreiro que, com suas próprias mãos ampliou a Igreja Matriz e aumentou sua torre, ajudou pessoalmente na construção do Centro Juvenil, depois comandou a reforma e ampliação do Hospital São João Batista, construiu a capela da Vila Cruzeiro, ajudou na construção dos Centros Sociais de Paraiso do Leste e Jarudore, foi professor – ah, também rezava missas, fazia batizados e casamentos, em todos os recantos de Poxoréo! Etá padre “porreta”! (Somente um livro para abrigar as escritas sobre esse Pedro, padre, pedreiro, protetor, polivalente, professor, porreta, poxoreense!). Que continue entre nosso povo por muito mais tempo, a presença de Padre Pedro – vida longa a esse santo padre!

 

Que nesta semana, nós poxoreenses, católicos e não católicos, possamos prestar justa homenagem a esse sacerdote que doou toda a sua vida à nossa comunidade.

 

Valfran dos Anjos

valfran@terra.com.br



Escrito por autor acima às 20:01
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Padre Pedro: uma vida de fé e dedicação ao próximo

Pedro, Nosso Santo Padre

 

 

O italiano Padre Pietro Melesi, por nos conhecido como Padre Pedro, é filho de Liduina Selva e da Efrem Melesi. Nasceu em Cortenova (Como, Itália), em 13 de novembro de 1924. Aos 14 anos começava a trabalhar como carpinteiro, experiência que exerceu por dois anos. Por influência de seu tio Giuseppe Selva (em Poxoréu conhecido como Dom José Selva; nome de um núcleo habitacional de Cohab, no norte da cidade, saída para o município de Dom Aquino, em sua homenagem), bispo de Guiratinga (MT), entra no Instituto Salesiano de Ivrea em 1939 e freqüenta o segundo grau. Torna-se noviço na Sociedade Salesiana em 1943. Recebe a licença de plenos votos em 1947, após estudos no Fogliazzo . È enviado a casa salesiana de Penango, na função de assistente. No período de 1948 a 1950, trabalha em Moglia, como assistente dos noviços. Conclui a Faculdade de Teologia no P.A.S. da Crocetta de Torino e é ordenado sacerdote em primeiro de julho de 1954, pelo S. E. Cardeal Maurílio Fossati, Arcebispo de Torino, na Basílica de Maria Auxiliadora. Seguindo os passos de seu tio Dom José Selva, bispo de Guiratinga, Padre Pedro parte, em 12 de janeiro de 1955, para o Brasil como missionário. Fica em Araçatuba (SP) como catequista e professor, até 1957. Posteriormente é transferido para Campo Grande (MS), para atuar na função de administrador financeiro do Colégio Salesiano Dom Bosco. Participa da fundação da Universidade Salesiana junto com Dom Félix Zavattaro e Ângelo Jayme Venturelli.

Família de Pe. Pedro Melesi com o Bispo Dom José Selva

 

Em 1964, Padre Pedro chega a Poxoréu como vice-pároco, para trabalhar com Padre João Dourure. Depois de dez anos no Brasil, retorna pela primeira vez à sua Itália querida, em 1965, onde permanece por um ano. Volta para Poxoréu em 1966, e logo em seguida, é nomeado pároco, substituindo o Pe. João Dourure em seu afastamento para tratamento de saúde.

 

 Ordenação sacerdotal de Pe.Pedro

 

Preocupado com a situação social da América do Sul, Padre Pedro funda, em 1967, a Operação Mato Grosso (OMG), com apoio dos conterrâneos Dom Ugo, Dom Luigi e Dom Bruno. Nesse mesmo ano, 1967, recebe em Poxoréu a primeira expedição de voluntários italianos da Operação Mato Grosso e constrói uma escola para duzentos alunos. No ano seguinte, 1968, a segunda expedição da OMG constrói uma escola no distrito de Paraíso do Leste e a Casa da Amizade em Poxoréu - entre os jovens voluntários, está a enfermeira Margherita Melesi, sua irmã. Em 1969, recebe a terceira expedição da OMG, iniciando a construção do Centro Juvenil, sob direção de Armando Catrana, mestre coadjunto salesiano.

 

Pe. Pedro e Pe. João Dourure em Poxoréu

 

Nos anos seguintes, as demais expedições concluem a primeira e segunda parte das edificações do Centro Juvenil. (A expedição de julho de 1971 trouxe Bruno Marini. Nesse período, além de intensificar seu trabalho espiritual católico e social, Padre Pedro leciona na Escola Fernando Correia e na Escola de Paraíso do Leste. Em 1976 recebe visita de sua mãe dona Liduina, irmã do Bispo Dom José Selva. Dona Liduima fica com Padre Pedro em Poxoréu vários meses. A Operação Mato Grosso era formada por jovens italianos voluntários que vinham ajudar em obras sociais.

 

Além do Brasil, a OMG  realizou trabalhos na Bolívia, Equador e Peru.

 

Pela OMG estiveram em Poxoréu: Armando Catrana, Bruno Marini, Giancarlos Pireddu,  Giovanna Maletto Zanettin , Margherita e Tarcisia Melesi,Graziella Bário,  Frederico, Tonho,  Cláudio Zabeloni morto em um acidente com trator na região de Paraíso do Leste, por volta de  1969 –  e tantos outros voluntários trazidos por Pedro, o nosso Padre. Depois, chegaram doutora Edvirge Dassie,  Lucia Voltan e  muitos outros que  à memória e o registro gostaria de lembrar (essa tarefa,  outros melhores farão).

 

Em 1980 a Diocese de Guiratinga, a pedido da população de Poxoréu, encampa o Hospital e Maternidade São João Batista e Padre Pedro assume a direção. A partir daí o hospital passou por profunda reestruturação. Inicialmente, tratou-se de readquirir a credibilidade local, o velho edifício com reformas em todos os sentidos, pois o mesmo se encontrava sem condições de atendimento ao público. Com a ajuda financeira de amigos italianos todos os blocos do prédio foram construídos e equipados.

 

Em 1982 morre a irmã Margherita, enfermeira que em seu testamento escreveu: “Dei-me um enterro pobre. O dinheiro correspondente a um enterro rico, mandá-lo a Padre Pedro para empregá-lo no Hospital”. Em 1985 Padre Pedro volta à Itália para reencontrar os seus parentes e amigos. Em 1990 morre a mãe dona Liduina, mãe de Padre Pedro. “Ate logo no Paraíso” disse-lhe saudosa, alguns meses antes.

 

Em 1992 construí  a segunda igreja de Jarudore dedicada a São Francisco de Assis. Em 1995 visita a Itália e a missão no Iran. Anos depois solicita afastamento da função de pároco da cidade e passa a dedicar-se à Capela Cristo Rei da Vila Cruzeiro e ao Hospital São João Batista.

 

Em 2000, Pedro retorna à Itália, juntamente com Irmã Ângela  que cuidará de Tarcisia Melesi, gravemente doente, por graça logo se recupera. Em 20 de junho de 2000, os amigos italianos da Operação Mato Grosso expedição Poxoréu festejem Padre Pedro e o qüinquagésimo aniversario da sua ordenação sacerdotal na Itália.

 

Em 30 de agosto de 2006, na Itália, Padre Pedro reencontra os amigos  voluntários da OMG,  Francisca e Bruno Marini, Ana Clara Correia e Roberto e o Giancarlos Pireddu, em novas homenagens.

 

Padre Pedro permanece na direção do Hospital São João Batista até fevereiro de 2007, quando, por problemas de saúde, foi substituído pelo frei Anselmo. 

 

Há mais de 44 anos a presença de Padre Pedro Melesi (memória histórica e moral de Poxoréu, segundo o mestre das artes Renato Zanettin), e posteriormente, com a chegada da sua Irmã Ângela Melesi,  sobrinhos do imortal bispo Dom José Selva, exemplos de renúncia, dedicação e de amor ao próximo, têm plantados nos corações do povo poxoreense à gratidão, à fé cristã, e a esperança de uma vida melhor. São várias décadas de dedicação ao próximo. Décadas de dedicação a sua Igreja, glorificando a Trindade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.  

 

Parabéns, Pedro, Nosso Santo Padre. Que Deus presente esteja em todos os momentos de sua vida! Que tenha muitos e muitos anos de vidas! Que todos os seus dias sejam abençoados pela Trindade.

 

(Batistão, com informações e fotos do site do Hospital São João Batista http://www.hmsjbpoxoreu.com.br/ )

 



Escrito por autor acima às 20:00
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Quem vai mandar

 

QUEM VAI MANDAR?

 

A 60 dias das eleições de outubro, quando a população vai as urnas para novamente escolher o futuro prefeito, vice-prefeito e vereadores, a movimentação eleitoral esquenta em Poxoréu.

 

De um lado, a candidatura de Jane Maria Sanches Lopes (PP), que declarou à justiça eleitoral ser solteira, empresária e com a formação de segundo grau, ex-secretária de saúde (administração de Lindberg, seu atual companheiro).Seu vice é o ex-prefeito Walterly Ribeiro da Silva (DEM), excelente médico, ex-prefeito de desastrada administração.

 

De outro lado, Ronan Figueiredo (PMDB), ex-funcionário do Banco do Brasil, ex-secretário de educação (administração Eoni Souza Lima), ex-dirigente do DAE – Departamento de Águas e Esgoto e ex-secretário de finanças (Administração Antonio Rodrigues), função que pediu afastamento há poucos meses para poder candidatar-se. Seu vice é Osmar Resplandes (PR), atual vereador e ex-prefeito temporário (janeiro/fevereiro de 2004).

 

Para evitar gastos desnecessários com a campanha eleitoral, Ronan Figueiredo e sua caravana de candidatos a vereador realizam de três a quatro reuniões comunitárias,mini-comícios, nos bairros e distritos do município, a exemplo dos encontros na Vila Santa Terezinha, Santa Luzia e Aparecida do Leste. Antes das reuniões, Ronan visita os moradores, recebe reivindicações da população e fala de suas proposta de trabalho.Em momento algum esconde que é apoiado pelo atual prefeito Antonio Rodrigues. Tonho é Tonho, Ronan é Ronan, alerta. “Se ganharmos a eleição, quem vai administrar Poxoréu será Ronan e Osmar. Tonho volta para o seu emprego no Banco do Brasil”. Sobre a administração de Tonho do Menino Velho, Ronan é direto: Tonho teve acertos, fez mais asfalto e rede de esgoto do que a soma do que fizeram Lindberg (em todas as suas administrações anteriores), Herculano Muniz e Walterly juntos. Cuidou da saúde, contratou médicos, dentistas, fisioterapeuta, assistentes sociais e enfermeiros. Adquiriu novas ambulâncias e veículos para transportar pacientes. Antes, quando nossa adversária era secretária de saúde, a prefeitura tinha apenas duas ambulâncias, hoje temos cinco. Temos ônibus e vans para transportar pacientes. Nas madrugadas, diariamente, o motorista Lardinho Feitosa passa com o ônibus  recolhendo pacientes que necessitam de exames e outros atendimentos no Hospital Regional de Rondonópolis, que mantém convênio com a prefeitura de Poxoréu, via SUS. Nossa proposta é continuar com as negociações iniciadas por Tonho junto ao governo Blairo Maggi para que o Hospital São João Batista seja transformado em um centro regional e que os atendimentos possam ser realizados aqui em Poxoréu. Na promoção social, as pessoas carentes recebem atendimento diferenciado. O prefeito implantou um projeto de confecção no bairro Irantinópolis, criando oportunidade para diversas pessoas ganhar renda. Quanto as falhas da atual administração, Ronan vai direto ao ponto, com coragem, sem medo de desagradar o atual prefeito: Tonho teve falhas. Isso é natural quando os recursos são poucos para atender todas as necessidades, ainda há muito para ser feito e nós vamos fazer, com as graças de Deus. Tonho arrumou a casa, pagou salários em dia, urbanizou a cidade. O quê está bom não vamos mexer, vamos continuar e avançar para trazer mais benefícios para a população. O quê está deficiente, vamos corrigir e melhorar. Aqui nada temos para esconder. Vocês me conhece, fui caixa e tesoureiro do Banco do Brasil. Lá cuidei do cofre e do dinheiro. Deixei o Banco porque achei que devia seguir outros caminhos. Continuo com a amizade e a confiança dos bancários e clientes. A maioria apóia e dão força na minha candidatura, participam das visitas e das reuniões.

 

Jane Sanches comandou uma carreata no sábado, com mais de 80 veículos, e, à noite, o primeiro comício na Praça da Liberdade. No comício, contou com o apoio do atual companheiro Lindberg Rocha, dos deputados estaduais José Riva (PP), Gilmar Fabris (DEM) e do secretário Chico Daltro  [ por ironia, o trio que impediu a vinda dos recursos da emenda parlamentar do deputado José Carlos do Pátio, na ordem de R$ 600 mil, para construção de mais asfalto e rede de esgoto na cidade]. Gilmar tentou defender a desastrada administração anterior de Walterly Ribeiro [seu preposto na compra de votos na eleição passada]. O secretário Chico Daltro falou bastante, mas não deixou nada concreto que pudesse contribuir com a cidade [novamente pediu votos, desta feita para a pretensa candidatura de Riva ao Senado em 2.010 – cuidado,com tantos processos de improbidade, no Senado Federal cassa]. José Riva falou das administrações em Juara e Colider, cidades do Nortão do Estado [recado e aula de reciclagem de administração para o velho político Lindberg que estava ao seu lado no palanque]. Lá as coisas funcionam. Aqui, não sei porque nunca funcionou. Mas o momento picante do comício de Jane foi a fala do violeiro Aurélio Mirando, que cantou trecho de “Minha Doce Poxoréu” e disparou: “Tem que capar o homem que não votar nessa moça bonita”[sic] – [contrastando com a poética e a doçura dos versos da canção que embalou três gerações, na voz do seu violeiro maior, momentaneamente despido de qualquer ternura e delicadeza, a violenta ameaça da mutilação física; antes disso, necessário registrar, a velha oligarquia política castrara os sonhos e as esperanças de progresso e desenvolvimento de seu povo - Agora, a violenta ameaça concreta, gravada por um cinegrafista amador: ou vota ou capa.]   Jane falou que adotou Poxoréu como sua cidade, lembrou do assistencialismo quando secretária de saúde [um leitor do meu lado perguntou-me: ela foi secretária de saúde ou da promoção social?]; disse que vai reativar o estádio de futebol para livrar a juventude das drogas, disse que quer ser a prefeita da cidade e pediu votos. Aplausos, somente os da turma da “linha de frente”. [como é triste a tristeza mendigando um apoio].

 

Em Tempo: Jane não falou sobre o papel do companheiro Lindberg em sua administração. Porém, durante o arrastão na esquina da Praça da Liberdade, a equipe BlogPox testemunhou o seguinte diálogo entre Jane e dona Dudu, esposa do ex-prefeito Herculano Muniz, antes ferrenha adversária: “Jane, se você ganhar o Lindberg vai mandar? – perguntou Dudu. Não, respondeu Jane. Quem vai mandar vai ser a sua mãe”.

 

(Batistão)



Escrito por autor acima às 20:38
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VOZ DO LEITOR

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

 

Poxoréo ressurgiu das cinzas, após equivocadas administrações municipais. Pudera! Enquanto n'outros municípios os gestores corriam em busca de novas vocações para impulsionar o seu desenvolvimento, aqui o "carreirista de plantão" apelava à numerologia, ao argumento de que tocando o "u" do nome Poxoréu, pelo "o", o progresso seria palpável. Assim o fez. Depois, de banca em banca de jogo, regadas à altas doses de whisky, o tempo passava e o progresso não era visto. Quando questionado por correligionário próximo, grosseiramente respondia: "é uma questão mundial!; o problema é circunstancial!; é o petróleo!; é o Governo Estadual!; é o Júlio Bereré!; "se vocês me pressionarem, eu entrego essa p... para o partido, vou cuidar dos meus negócios e aí vocês acabam com tudo". Fazer o que...?, perguntávamos. Veio as eleições de 1990 e o Menino Velho afirmou-me: "Sempre apoiei os Rocha e eles não fizeram...". "Pode acreditar que o Tonho, meu filho, vai fazer". E fez bonito! Parabéns Menino Velho.

Juarez Santos | Poxoréu - MT

 

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O termo “Forasteira”,no sentido mais exato da palavra, denota aquela pessoa que é proveniente de outro lugar, um estranho, um estrangeiro. Isso implica dizer que os filhos e amigos de Poxoréu, que se encontram distantes não devem, de maneira alguma, se sentirem “ultrajados” como a concidadã Carla Denise. Até porque, os filhos de Poxoréu que residem em outras cidades, na primeira oportunidade que têm (feriados, férias, festas juninas, festas de final de ano, entre outras) estão sempre por aqui. Diferente do casal que recebeu esta alcunha, que só vê como oportunidade para estar em Poxoréu a época de política, pois até quando vinha aqui no ano passado, ia direto pra fazenda do irmão ex-senador. Depois da derrota para o Tonho, há oito anos atrás, só voltaram pra Poxoréu na época da mal-sucedida tentativa de retomar os trabalhos com a Caieira e com a Master Ervas, tendo ficado pouquíssimo tempo. Após esse período, fugindo dos credores, foram morar nas praias carioca, Brasília, Cuiabá.

João Barbosa

 

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A propósito dos debates a favor ou contra determinados candidatos a Prefeito de Poxoréu,tomei a iniciativa de vistoriar a cidade, iniciando-se pelo bairro Currais onde fazem uma gde ponte de concreto; Santa Terezinha toda pavimentada,antigo Ginásio 7 de Setembro sob reforma, Centro, Santa Maria, Areia, Vila Cruzeiro, Lagoa indo até na região do Fórum, todos bem urbanizados e pavimentados. Em todos eles vi significativas obras públicas vale dizer: municipal, estadual e federal. Vi que acima do prédio do Fórum, realizam obras de pavimentação, esgoto e galeria de águas. Vi obras de preservação das nascentes que abastecem a cidade. Vi que das 40 casas antes abandonadas na rua Mato Grosso, quase todas foram reformadas e ocupadas. O centro antigo voltou a ter vida. A população agora tem mais esperança. Por tudo isso, com orgulho afirmo: "o meu voto vai para quem o Prefeito Tonho mandar".

Anderson Ferreira Leite | Poxoréu - MT | 

 

 

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Cidade Pacata, hospitaleira, de gente humilde, dos compadres e comadres que, ainda, costumam visitar uns aos outros no domingos pra curtir aquele bate-papo regado ao saboroso cafezinho, dos amigos que se encontram nas calçadas pra conversas casuais, da dona de casa que sabe que pode contar com a vizinha quando acaba o açúcar, dos idosos que gostam de dormir com a janela aberta pra curtir o frescor da noite com a tranqüilidade de não serem amolados por assaltantes. Sim,estou falando da minha "doce poxoréu de açúcar", e não de alguma cidade utópica. Por esses e outros motivos que "gostamos" e "moramos" em Poxoréu. Portanto, meus conterrâneos, não vamos deixar nossa cidade cair nas mãos de interesseiros, que querem fazer das verbas da prefeitura o meio de sobrevivência e a solução para o pagamento de suas dívidas. Quando estão gastando nas viagens ou morando em prédios de luxo, Jane e Lindberg, nem lembram que existe Poxoréu, pra pagar suas contas Poxoréu existe? Não vamos permitir isso.

Benedito | Poxoréu | 

 

 

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A candidata Jane está tão preocupada com o Ronan, que o rapaz não tem sossego pra fazer suas campanhas. Quase todos os dias ela entra no Fórum com acusações mentirosas, levianas e sem fundamentos contra o candidato Ronan, pedindo que oficiais de justiça vão onde este candidato estiver para constatar irregularidades em suas reuniões, passeatas e visitas. Quando os oficiais, ou os "capangas" da candidata, chegam ao local, tudo está correndo dentro da normalidade. O problema é que a candidata Jane, está acostumada com as campanhas sujas de seu marido, lendo pela mesma cartilha dele, e acredita que os outros candidatos são da mesma espécie que ela e Lindberg. Podem esperar queridos conterrâneos, que nos discursos desta senhora vocês apreciarão os mesmos chavões, promessas ludibriadoras e demagogas usadas pelo Lindberg nas campanhas passadas, pois Jane está "decorando" as falas escritas pelo seu esposo, por não ter capacidade de retórica.

Manoel Santos | POXORÉU/MT

 

 

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Amor é um dos sentimentos mais nobres entre os seres humanos. Este, juntamente com o respeito ajudam a resolver muitos problemas na sociedade. Para administrar a "vida" de uma cidade é preciso ter amor e respeito pelo lugar e por sua população. Estes dois sentimentos, tenho certeza, não fazem parte do vocabulário da candidata Jane, pois esta, não teve amor e respeito nem com seus pais. Quando Lindberg vendeu a Calcário Rocha, o casal foi embora de Poxoréu, deixando os pais de Jane à mingua,sem dinheiro até pra comer, luz cortada, pedindo ajuda pra comprar gás e recendo cesta básica na Prefeitura. Até pra voltar pra Barra do Garças, o casal de idoso teve que pedir caminhão na Prefeitura pra levar sua mudança. Isso tudo porque a candidata não queria nem pisar em Poxoréu. E agora quer. Por que será??? Se esta senhora não tem amor nem à sua família vai ter amor com as famílias poxoreense??? VAMOS VOTAR EM QUEM TEM RESPEITO E AMOR PELO POVO E PELA CIDADE DE POXORÉU.

José de Oliveira | Poxoréu/MT | 

 

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Muitas vezes se ouviu o Lindberg dizer que seu pai, Sr. Rochinha, gostaria que as ruas de Poxoréu fossem largas, limpas e floridas. Nem isso o ex-prefeito Lindberg, com tantos anos e por mandatos consecutivos, soube fazer por Poxoréu. O desrespeito desse ex-prefeito para com "minha" querida Poxoréu´foi tão grande, que até o nome "Poxoréu" ele mudou pra "Poxoréo" (com 'o') numa mesa de baralho, apenas por sugestão da numerologia, sem sequer consultar a opinião de seus moradores. É este tipo de "idéia desenvolvimentista" que ele costuma ter. Por isso, poxoreenses pensem, é este o tipo de administração que vocês querem? Pois é ledo engano acreditar que a administração será feita pelas mãos da D.Jane, pois esta, além de não ter capacidade intelectual (não tem nem o 2° grau) não tem capacidade administrativa, prova disso é sua vida financeira, que está de pernas pro ar.

Wesley | Poxoréu |   

 

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A capacidade de defesa que têm certos eleitores para com seus candidatos a prefeito, que poderia até ser admirável se essa defensoria não os cegasse diante de inúmeras atitudes inadequadas seus escolhidos. Nesta matéria, me impressionou muito a postura e coragem da Sra. Carla Denise em socorrer a "pobre candidata Jane". Também sou de Poxoréu e moro distante desta querida terra natal, porém, nunca deixei de estar aí durante os feriados e festas de fim de ano e, principalmente, nos carnavais. E no entanto, não me senti nem um pouquinho "ultrajado" por ver meu povo querer livrar a administração de Poxoréu das mãos de uma pessoa, cuja candidatura foi estruturada em cima de mentiras e de interesses pessoais. É fato de que esta candidata esta irregular com a justiça eleitoral, basta pesquisar nos documentos do fórum., mas pior que isso é a falta de respeito e amor pela nossa cidade. Quem ama Poxoréu não aparece aí só em época de eleição não.

João Benedito | Campo Grande | 

 

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Concordo plenamente com o comentário de Luis Alberto, principalmente à respeito do percentual. Esse ex-prefeito Lindberg e seu povo têm a mania de apresentar para os eleitores as pesquisas que ele encomenda, e estas sempre com vantagens altíssimas dele, ou de quem ele apóia, sobre os demais candidatos. Pesquisas mentirosas, produzidas para influenciar o eleitorado menos informado. Sabe-se muito bem que em nenhuma eleição ele teve grandes vantagens sobre outros candidatos, agora vem com sua velha estratégia de dizer que a candidata Jane estava com 80% de aceitação nas pesquisas. Então ela não está caindo nas novas pesquisas apresentadas, mas sim "despencando",não é mesmo. Não adianta, Lindberg, essa política alicerçada em mentiras e falcatruas já não convence os eleitores. Se você e sua esposa não se convenceram de que Poxoréu não cai mais nas suas "tramóias", vamos provar que o quem vocês têm a fazer é continuar curtindo suas prais,longe daqui,mas não às custas da prefeitura.

BETO | POXORÉU |   



Escrito por autor acima às 19:00
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Comentários

 

VOZ DO LEITOR

 

Me recuso a fazer comentários de tipo pessoal, estamos num momento de decisão, sobre o futuro de nossa comunidade, e acho importante elevar o nível do debate. Esse blog mostrou em muitas ocasiões que tem nível e qualidade, para isso, e, acho que ele é adequado para sustentar um debate das pessoas interessadas em divulgar e analisar opiniões e teses que ajudem a definir projetos de governo. Os governantes que serão eleitos em poucos meses, o serão para cargos executivos e legislativos, isto é, para dar um quadro legal a, e, para por em ação o aparato da prefeitura municipal para atingir certos objetivos. Esses objetivos são ou deveriam ser o que os candidatos vão apresentar a população nos palanques e meios de comunicação. É claro que uma eleição envolve muitos aspectos, cada qual com sua importância, mas o projeto de governo, é o norte de uma administração, sua razão de ser, e a referencia pela qual será julgada posteriormente. O importante disso tudo, é que decisões acertadas melhorarão as condições de vida dos habitantes, então, demos um espaço para que idéias e propostas possam ser apresentadas, defendidas, analisadas e difundidas. Um bom administrador saberá tirar partido de propostas bem elaboradas.

Jean | vvstock@gmail.com | NQPx |

 

 

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Do meu ponto de vista, que procuro manter sociológico", o discurso em tela carece de fundamentação para as hipóteses que suscita, visto que - ao invés de uma "uma leitura competente da situação socioeconômica de ‘Nossa Querida Poxoréo’ (NQPx)" - pende para um chiado partidarista e mero balbucio pessoal de curta visão da parte do articulista. Ainda não despontou nova liderança municipal no município de Poxoréu, que não umas e outras meras cópias dos insepultos líderes coronelescos das bandeiras UDN/PSD. Por outro lado, para ser decretada a derrocada de uma base econômica, é precisa que outra a esteja substituindo... ou que tudo se acabe de vez. Poxoréu (em proporções atuais) é cidade garimpeira. E, finalmente, após lido outros disparates do articulista, me apraz concordar em que "temos que implementar uma nova vida econômica e social para o município", mas desapegando-nos de blá-blá-blá "socialista" e indo a fundo nos "finalmente" "para criar nos-mesmos nosso próprio futuro". Ação...!

Prof. Luis Carlos Ferreira | allow2006@hotmail.com

 

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Oh Jean Louis! Respeitosamente, permita-me discordar do texto a título "Fenômeno Jane", subscrito por Vossa Senhoria. Nele o senhor refere à "preocupação aguda de Lindberg na mudança de rumo", para concluir que o caminho é a pecuária. Também concordo que o caminho é esse. Só nunca houve dele (Lindberg) essa preocupação aguda conforme o escrito. Ora, herdeiro, recebeu extensa área agrÍcola. Nela nada plantou; também nada criou e foi justamente em 1997 (época da preocupação aguda) que ele vendeu dita propriedade ao Dr. Laerte de Dom Aquino. Igualmente, a Caieira nunca funcionava a contento. Carretas de Primavera vinham buscar o calcário e "voltavam vazias". Motivo: "a CEMAT cortou a energia do calcário por falta de pagamento". As indústrias Cerâmica e Serraria da CODEP viviam à reboque. Aonde reside algum ato de gestão do referido político - seja ele público ou privado - que deu certo e merece elogios...? Se estiver ao seu alcance, informe-nos por favor. Q Deus abençoe a todos nós

Edmar Belém | Poxoréo - MT |

 

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Sou filha de Poxoréu, penso que ao falar que uma pessoa é forasteira deve pelo menos ter parcelas de contribuições para com a comunidade, sim Jane ñ é de Poxoréu, mas desde 1992 cumpre seus deveres eleitorais, se ñ votou, justificou, tem filha nascida aqui, no Hospital São João Batista, a contribuição dessa cidadã com certeza deve doer no ego de filhos de Poxoréu que não tiveram a oportunidade em tão pouco tempo, de fazer algo tão magnífico que é lidar com uma das necessidades essenciais de sobrevivência que é a saúde. Como secretária nunca deixou a desejar, sua competência foi assistida pelo estado.Foi convidada a ser coordenadora de saúde em Cuiabá.Me sinto ultrajada pelo "forasteira" pq isso me atinge, sou filha distante de Poxoréu, venho férias e eleições, nunca arrematei uma prenda na Festa de São João, mas tento contribuir o máximo, minha árvore genealógica nunca deixou de contribuir. Sou Filha Distante de Poxoréu, mas tento sempre estar presente e saber da realidade da nossa cidade.

Carla Denise

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Arquiteto de talento, Jean subscreveu a pedido de alguém, um artigo sob o título "O fenômeno Jane", o qual não retratou as qualidades positivas da referida. As negativas todos sabemos. Nada recomendável. Dito isso, reafirmo ainda que o casal ora candidato, em 1990, com a Prefeitura e DERMAT sob o seu comando, foi derrotado na pretendida reeleição (Lindberg), pelo filho do Menino Velho em todas as urnas de Poxoréo. Exceto às das Alminhas (Fazenda Dª Irantina), lugar para onde seguiram vários caminhões com cestas básicas. Não só nessa ocasião como tbém nas anteriores a Administração Lindberg foi desastrosa e nós munícipes não esquecemos das mazelas praticadas com o dinheiro público.Frise-se que essa dupla nada entende de Administração razão porque eles não podem voltar! Eles não merecem voltar! Nossa tão querida Poxoréo não merece novo vexame. O progresso experienciado nestes últimos oito(oito) anos há de prosseguir com as bênçãos de Deus.

 

José Rabelo

 



Escrito por autor acima às 13:24
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